segunda-feira, 20 de abril de 2009

Base XIV-Do trema - ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base XIV

Do trema

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


O trema, sinal de diérese, é inteiramente suprimido em palavras portuguesas ou aportuguesadas.

Nem sequer se emprega na poesia, mesmo que haja separação de duas vogais que normalmente formam ditongo: saudade, e não saüdade, ainda que tetrassílabo; saudar, e não saüdar, ainda que trissílabo; etc.


Em virtude desta supressão, abstrai-se de sinal especial, quer para distinguir, em sílaba átona, um i ou um u de uma vogal da sílaba anterior, quer para distinguir, também em sílaba átona, um i ou um u de um ditongo precedente, quer para distinguir, em sílaba tónica/tônica ou átona, o u de gu ou de qu de um e ou i seguintes: arruinar, constituiria, depoimento, esmiuçar, faiscar, faulhar, oleicultura, paraibano, reunião; abaiucado, auiqui, caiuá, cauixi, piauiense; aguentar, anguiforme, arguir, bilíngue (ou bilingue), lingueta, linguista, linguístico; cinquenta, equestre, frequentar, tranquilo, ubiquidade.


Obs.: Conserva-se, no entanto, o trema, de acordo com a Base I, 3º, em palavras derivadas de nomes próprios estrangeiros: hübneriano, de Hübner, mülleriano, de Müller, etc.

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Base XIII - Da supressão dos acentos em palavras derivadas - ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base XIII

Da supressão dos acentos em palavras derivadas

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


1º) Nos advérbios em –mente, derivados de adjetivos com acento agudo ou circunflexo, estes são suprimidos: avidamente (de ávido), debilmente (de débil), facilmente (de fácil), habilmente (de hábil), ingenuamente (de ingênuo), lucidamente (de lúcido), mamente (de má), somente (de só), unicamente (de único), etc.; candidamente (de cândido), cortesmente (de cortês), dinamicamente (de dinâmico), espontaneamente (de espontâneo), portuguesmente (de português), romanticamente (de romântico).


2º) Nas palavras derivadas que contêm sufixos iniciados por z e cujas formas de base apresentam vogas tónica/tônica com acento agudo ou circunflexo, estes são suprimidos: aneizinhos (de anéis), avozinha (de avó), bebezito (de bebê), cafezada (de café), chapeuzinho (de chapéu), chazeiro (de chá), heroizito (de herói), ilheuzito (de ilhéu), mazinha (de má), orfãozinho (de órfão), vintenzito (de vintém), etc.; avozinho (de avô), bençãozinha (de bênção), lampadazita (de lâmpada), pessegozito (de pêssego).

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Base XII- Do emprego do acento grave - ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base XII

Do emprego do acento grave

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


1º) Emprega-se o acento grave:


a) Na contração da preposição a com as formas femininas do artigo ou pronome demonstrativo o: à (de a + a), às (de a + as);


b) Na contração da preposição a com os demonstrativos aquele, aquela, aqueles, aquelas e aquilo ou ainda da mesma preposição com os compostos aqueloutro e suas flexões: àquele(s), àquela(s), àquilo; àqueloutro(s), àqueloutra(s);

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Base XI-Da acentuação gráfica das palavras proparoxítonas -ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base XI

Da acentuação gráfica das palavras proparoxítonas

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


1º) Levam acento agudo:

a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta: árabe, cáustico, Cleópatra, esquálido, exército, hidráulico, líquido, míope, músico, plástico, prosélito, público, rústico, tétrico, último;

b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta, e que terminam por seqüências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas como ditongos crescentes (-ea, -eo, -ia, -ie, -io, -oa, -ua, -uo, etc.): álea, náusea; etéreo, níveo; enciclopédia, glória; barbárie, série; lírio, prélio; mágoa, nódoa; exígua, língua; exíguo, vácuo.

2º) Levam acento circunflexo:

a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica vogal fechada ou ditongo com a vogal básica fechada: anacreôntico, brêtema, cânfora, cômputo, devêramos (de dever), dinâmico, êmbolo, excêntrico, fôssemos (de ser e ir), Grândola, hermenêutica, lâmpada, lôstrego, lôbrego, nêspera, plêiade, sôfrego, sonâmbulo, trôpego;

b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam vogais fechadas na sílaba tónica/tônica, e terminam por seqüências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas como ditongos crescentes: amêndoa, argênteo, côdea, Islândia, Mântua, serôdio.

3º) Levam acento agudo ou acento circunflexo as palavras proparoxítonas, reais ou aparentes, cujas vogais tónicas/tônicas grafadas e ou o estão em final de sílaba e são seguidas das consoantes nasais grafadas m ou n, conforme o seu timbre é, respectivamente, aberto ou fechado nas pronúncias cultas da língua: académico/acadêmico, anatómico/anatômico, cénico/cênico, cómodo/cômodo, fenómeno/fenômeno, género/gênero, topónimo/topônimo; Amazónia/Amazônia, António/Antônio, blasfémia/blasfêmia, fémea/fêmea, gémeo/gêmeo, génio/gênio, ténue/tênue.

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Base X-Da acentuação das vogais tónicas/tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxítonas - ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(

Base X

Da acentuação das vogais tónicas/tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxítonas

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


1º) As vogais tóncias/tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxítonas levam acento agudo quando antecedidas de uma vogal com que não formam ditongo e desde de que não constituam sílaba com a eventual consoante seguinte, excetuando o caso de s: adaís (pl. de adail), aí, atraí (de atrair), baú, caís (de cair), Esaú, jacuí, Luís, país, etc.; alaúde, amiúde, Araújo, Ataíde, atraíam (de atrair), atraísse (id.), baía, balaústre, cafeína, ciúme, egoísmo, faísca, faúlha, graúdo, influíste (de influir), juízes, Luísa, miúdo, paraíso, raízes, recaída, ruína, saída, sanduíche, etc.


2º) As vogais tónicas/tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxítonas não levam acento agudo quando, antecedidas de vogal com que não formam ditongo, constituem sílaba com a consoante seguinte, como é o caso de nh, l, m, n, r e z: bainha, moinho, rainha; adail, paul, Raul; Aboim, Coimbra, ruim; ainda, constituinte, oriundo, ruins, triunfo; at-rairn. demiuñrgo, influir, influirmos; juiz, raiz; etc.


3º) Em conformidade com as regras anteriores leva acento agudo a vogal tónica/tônica grafada i das formas oxítonas terminadas em r dos verbos em –air e –uir, quando estas se combinam com as formas pronominais clíticas –lo(s), –la(s), que levam à assimilação e perda daquele –r: atraí-lo(s) (de atrair-lo(s)); atraí-lo(s)-ia (de atrair-lo(s)-ia); possuí-la(s) (de possuir-la(s)); possuí-la(s)-ia (de possuir-la(s)-ia).

4º) Prescinde-se do acento agudo nas vogais tónicas/tônicas grafadas i e u das palavras paroxítonas, quando elas estão precedidas de ditongo: baiuca, boiuno, cauila (var. cauira), cheiinho (de cheio), saiinha (de saia).


5º) Levam, porém, acento agudo as vogais tónicas/tônicas grafadas i e u quando, precedidas de ditongo, pertencem as palavras oxítonas e estão em posição final ou seguidas de s: Piauí, teiú, teiús, tuiuiú, tuiuiús.
Obs.: Se, neste caso, a consoante final for diferente de s, tais vogais dispensam o acento agudo: cauim.


6º) Prescinde-se do acento agudo nos ditongos tónicos/tônicos grafados iu e ui, quando precedidos de vogal: distraiu, instruiu, pauis (pl. de paul).


7º) Os verbos arguir e redarguir prescindem do acento agudo na vogal tónica/tônica grafada u nas formas rizotónicas/rizotônicas: arguo, arguis, argui, arguem, argua, arguas, argua, arguam. Os verbos do tipo de aguar, apaniguar, apaziguar, apropinquar, averiguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir e afins, por oferecerem dois paradigmas, ou têm as formas rizotónicas/rizotônicas igualmente acentuadas no u mas sem marca gráfica (a exemplo de averiguo, averiguas, averigua, averiguam; averigue, averigues, averigue, averiguem; enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxague, enxaguem, etc.; delinquo, delinquis, delinqui, delinquem; mas delinquimos, delinquís) ou têm as formas rizotónicas/rizotônicas acentuadas fónica/fônica e graficamente nas vogais a ou i radicais (a exemplo de averíguo, averíguas, averígua, averíguam; averígue, averígues, averígue, averíguem; enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguaim; enxágue, enxágues, enxágue, enxáguem; delínquo, delínques; delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínqua, delinquám).


Obs.: Em conexão com os casos acima referidos, registre-se que os verbos em –ingir (atingir, cingir, constringir, infringir, tingir, etc.) e os verbos em –inguir sem prolação do u (distinguir, extinguir, etc.) têm grafias absolutamente regulares (atinjo, atinja, atinge, atingimos, etc; distingo, distinga, distingue, distinguimos, etc.)

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Base IX-Da acentuação gráfica das palavras paroxítonas -ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base IX

Da acentuação gráfica das palavras paroxítonas

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


1º) As palavras paroxítona não são em geral acentuadas graficamente: enjoo, grave, homem, mesa, Tejo, vejo, velho, voo; avanço, floresta; abençoo, angolano, brasileiro; descobrimento, graficamente, moçambicano.


2º) Recebem, no entanto, acento agudo:


a) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em –l, –n, –r, –x e –ps, assim como, salvo raras exceções, as respectivas formas do plural, algumas das quais passam a proparoxítonas: amável (pl. amáveis), Aníbal, dócil (pl. dóceis), dúctil (pl. dúcteis), fóssil (pl. fósseis), réptil (pl. réptéis; var. reptil, pl. reptis); cármen (pl. cármenes ou carmens; var. carme, pl. carmes); dólmen (pl. dólmenes ou dolmens), éden (pl. édenes ou edens), líquen (pl. líquenes), lúmen (pl. lúmenes ou lumens); açúcar (pl. açúcares), almíscar (pl. almíscares), cadáver (pl. cadáveres), caráter ou carácter (mas pl. carateres ou caracteres), ímpar (pl. ímpares); Ájax, córtex (pl. córtex; var. córtice, pl. córtices), índex (pl. index; var. índice, pl. índices), tórax, (pl. tórax ou tóraxes; var. torace, pl. toraces); bíceps (pl. bíceps; var. bicípite, pl. bicípites), fórceps (pl. fórceps; var. fórcipe, pl. fórcipes).


Obs.: Muito poucas palavras deste tipo, com as vogais tónicas/tônicas grafadas e e o em fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua e, por conseguinte, também de acento gráfico (agudo ou circunflexo): sémen e sêmen, xénon e xênon; fémur e fêmur, vómer e vômer; Fénix e Fênix, ónix e ônix.


b) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em –ã(s), –ão(s), –ei(s), –i(s), –um, –uns ou –us: órfã (pl. órfãs), acórdão (pl. acórdãos), órfão (pl. órfãos), órgão (pl. órgãos), sótão (pl. sótãos); hóquei, jóquei (pl. jóqueis), amáveis (pl. de amável), fáceis (pl. de fácil), fósseis (pl. de fóssil), amáreis (de amar), amáveis (id.), cantaríeis (de cantar), fizéreis (de fazer), fizésseis (id.); beribéri (pl. beribéris), bílis (sg. e pl.), íris (sg. e pl.), júri (pl. júris), oásis (sg. e pl.); álbum (pl. álbuns), fórum (pl. fóruns); húmus (sg. e pl.), vírus (sg. e pl.).


Obs.: Muito poucas paroxítonas deste tipo, com as vogais tónicas/tônicas grafadas e e o em fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua, o qual é assinalado com acento agudo, se aberto, ou circunflexo, se fechado: pónei e pônei; gónis e gônis, pénis e pênis, ténis e tênis; bónus e bônus, ónus e ônus, tónus e tônus, Vénus e Vênus.


3º) Não se acentuam graficamente os ditongos representados por ei e oi da sílaba tónica/tônica das palavras paroxítonas, dado que existe oscilação em muitos casos entre o fechamento e a abertura na sua articulação: assembleia, boleia, ideia, tal como aldeia, baleia, cadeia, cheia, meia; coreico, epopeico, onomatopeico, proteico; alcaloide, apoio (do verbo apoiar), tal como apoio (subst.), Azoia, boia, boina, comboio (subst.), tal como comboio, comboias, etc. (do verbo comboiar), dezoito, estroina, heroico, introito, jiboia, moina, paranoico, zoina.


4º) É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo amámos, louvámos, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo (amamos, louvamos), já que o timbre da vogal tónica/tônica é aberto naquele caso em certas variantes do português.


5º) Recebem acento circunflexo:


a) As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em –l, –n, –r ou –x, assim como as respectivas formas do plural, algumas das quais se tornam proparoxítonas: cônsul (pl. cônsules), pênsil (pênseis), têxtil (pl. têxteis); cânon, var. cânone, (pl. cânones), plâncton (pl. plânctons); Almodôvar, aljôfar (pl. aljôfares), âmbar (pl. âmbares), Câncer, Tânger; bômbax (sg. e pl.), bômbix, var. bômbice, (pl. bômbices).


b) As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em –ão(s), –eis, –i(s) ou –us: bênção(s), côvão(s), Estêvão, zângão(s); devêreis (de dever), escrevêsseis (de escrever), fôreis (de ser e ir), fôsseis (id.), pênseis (pl. de pênsil), têxteis (pl. de têxtil); dândi(s), Mênfis; ânus.


c) As formas verbais têm e vêm, 3as pessoas do plural do presente do indicativo de ter e vir, que são foneticamente paroxítonas (respectivamente /tãjãj/, /vãjãj/ ou /tẽẽj/, /vẽẽj/ ou ainda /tẽjẽj/, /vẽjẽj/; cf. as antigas grafias preteridas, tẽem, vẽem), a fim de se distinguirem de tem e vem, 3as pessoas do singular do presente do indicativo ou 2as pessoas do singular do imperativo; e também as correspondentes formas compostas, tais como: abstêm (cf. abstém), advêm (cf. advém), contêm (cf. contém), convêm (cf. convém), desconvêm (cf. desconvém), detêm (cf. detém), entretêm (cf. entretém), intervêm (cf. intervém), mantêm (cf. mantém), obtêm (cf. obtém), provêm (cf. provém), sobrevêm (cf. sobrevém).


Obs.: Também neste caso são preteridas as antigas grafias detẽem, intervẽem, mantẽem, provẽem, etc.


6º) Assinalam-se com acento circunflexo:


a) Obrigatoriamente, pôde (3a pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo), que se distingue da correspondente forma do presente do indicativo (pode).


b) Facultativamente, dêmos (1a pessoa do plural do presente do conjuntivo), para se distinguir da correspondente forma do pretérito perfeito do indicativo (demos); fôrma (substantivo), distinta de forma (substantivo; 3a pessoa do singular do presente do indicativo ou 2a pessoa do singular do imperativo do verbo formar).


7º) Prescinde-se de acento circunflexo nas formas verbais paroxítonas que contêm um e tónico/tônico oral fechado em hiato com a terminação –em da 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou do conjuntivo, conforme os casos: creem, deem (conj.), descreem, desdeem (conj.), leem, preveem, redeem (conj.), releem, reveem, tresleem, veem.


8º) Prescinde-se igualmente do acento circunflexo para assinalar a vogal tónica/tônica fechada com a grafia o em palavras paroxítonas como enjoo, substantivo e flexão de enjoar, povoo, flexão de povoar, voo, substantivo e flexão de voar, etc.


9º) Prescinde-se, quer do acento agudo, quer do circunflexo, para distinguir palavras paroxítonas que, tendo respectivamente vogal tónica/tônica aberta ou fechada, são homógrafas de palavras proclíticas. Assim, deixam de se distinguir pelo acento gráfico: para (á), flexão de parar, e para, preposição; pela(s) (é), substantivo e flexão de pelar, e pela(s), combinação de per e la(s); pelo (é), flexão de pelar, pelo(s) (ê), substantivo ou combinação de per e lo(s); polo(s) (ó), substantivo, e polo(s), combinação antiga e popular de por e lo(s); etc.


10º) Prescinde-se igualmente de acento gráfico para distinguir paroxítonas homógrafas heterofónicas/heterofônicas do tipo de acerto (ê), substantivo e acerto (é), flexão de acertar; acordo (ô), substantivo, e acordo (ó), flexão de acordar; cerca (ê), substantivo, advérbio e elemento da locução prepositiva cerca de, e cerca (é), flexão de cercar; coro (ô), substantivo, e coro (ó), flexão de corar; deste (ê), contracção da preposição de com o demonstrativo este, e deste (é), flexão de dar; fora (ô), flexão de ser e ir, e fora (ó), advérbio, interjeição e substantivo; piloto (ô), substantivo, e piloto (ó), flexão de pilotar, etc.

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Base VIII-Da acentuação gráfica das palavras oxítonas - ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base VIII

Da acentuação gráfica das palavras oxítonas

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


1º) Acentuam-se com acento agudo:
a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas abertas grafadas –a, –e ou –o, seguidas ou não de –s: está, estás, já, olá; até, é, és, olé, pontapé(s); avó(s), dominó(s), paletó(s), só(s).


Obs.: Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em –e tónico/tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal, por ser articulada nas pronúncias cultas ora como aberta ora como fechada, admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo: bebé ou bebê; bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guiché ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, ponjé ou ponjê, puré ou purê, rapé ou rapê.

O mesmo se verifica com formas como cocó e cocô, ró (letra do alfabeto grego) e rô.

São igualmente admitidas formas como judô, a par de judo, e metrô, a par de metro.


b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos lo(s) ou la(s), ficam a terminar na vogal tónica/tônica aberta grafada –a, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas –r, –s ou –z: adorá-lo(s) (de adorar-lo(s)), dá-la(s) (de dar-la(s) ou dá(s)-la(s)), fá-lo(s) (de faz-lo(s)), fá-lo(s)-ás (de far-lo(s)-ás), habitá-la(s)-iam (de habitar-la(s)-iam), trá-la(s)-á (de trar-la(s)-á);


c) As palavras oxítonas com mais de uma sílaba terminadas no ditongo nasal grafado –em (exceto as formas da 3a pessoa do plural do presente do indicativo dos compostos de ter e vir: retêm, sustêm; advêm, provêm; etc) ou –ens: acém, detém, deténs, entretém, entreténs, harém, haréns, porém, provém, provéns, também;


d) As palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados –éi, –éu ou –ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de –s: anéis, batéis, fiéis, papéis; céu(s), chapéu(s), ilhéu(s), véu(s); corrói (de corroer), herói(s), remói (de remoer), sóis.
2º) Acentuam-se com acento circunflexo:


a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam –e ou –o, seguidas ou não de –s: cortês, dê, dês (de dar), lê, lês (de ler), português, você(s); avô(s), pôs (de pôr), robô(s).


b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos –lo(s) ou –la(s), ficam a terminar nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam –e ou –o, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas –r, –s ou –z: detê-lo(s) (de deter-lo(s)), fazê-la(s) (de fazer-la(s)), fê-lo(s) (de fez-lo(s)), vê-la(s) (de ver-la(s)), compô-la(s) (de compor-la(s)), repô-la(s) (de repor-la(s)), pô-la(s) (de por-la(s) ou pôs-la(s)).


3º) Prescinde-se de acento gráfico para distinguir palavras oxítonas homógrafas, mas heterofónicas/heterofônicas, do tipo de cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; colher (ê), verbo, e colher (é), substantivo. Excetua-se a forma verbal pôr, para a distinguir da preposição por.

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Base VII-Dos ditongos -ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base VII

Dos ditongos

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


1º) Os ditongos orais, que tanto podem ser tónicos/tônicos como átonos, distribuem-se por dois grupos gráficos principais, conforme o segundo elemento do ditongo é representado por i ou u: ai, ei, éi, ui; au, eu, éu, iu, ou: braçais, caixote, deveis, eirado, farnéis (mas farneizinhos), goivo, goivar, lençóis (mas lençoizinhos), tafuis, uivar, cacau, cacaueiro, deu, endeusar, ilhéu (mas ilheuzito), mediu, passou, regougar.


Obs: Admitem-se, todavia, excepcionalmente, à parte destes dois grupos, os ditongos grafados ae(= âi ou ai) e ao (= âu ou au): o primeiro, representado nos antropónimos/antropônimos Caetano e Caetana, assim como nos respectivos derivados e compostos (caetaninha, são-caetano, etc.); o segundo, representado nas combinações da preposição a com as formas masculinas do artigo ou pronome demonstrativo o, ou seja, ao e aos.


2º) Cumpre fixar, a propósito dos ditongos orais, os seguintes preceitos particulares:


a) É o ditongo grafado ui, e não a seqüência vocálica grafada ue, que se emprega nas formas de 2a e 3a pessoas do singular do presente do indicativo e igualmente na da 2a pessoa do singular do imperativo dos verbos em – uir: constituis, influi, retribui. Harmonizam-se, portanto, essas formas com todos os casos de ditongo grafado ui de sílaba final ou fim de palavra (azuis, fui, Guardafui, Rui, etc.); e ficam assim em paralelo gráfico-fonético com as formas de 2a e 3a pessoas do singular do presente do indicativo e de 2a pessoa do singular do imperativo dos verbos em – air e em – oer: atrais, cai, sai; móis, remói, sói.


b) É o ditongo grafado ui que representa sempre, em palavras de origem latina, a união de um u a um i átono seguinte. Não divergem, portanto, formas como fluido de formas como gratuito. E isso não impede que nos derivados de formas daquele tipo as vogais grafadas u e i se separem: fluídico, fluidez (u-i).


c) Além, dos ditongos orais propriamente ditos, os quais são todos decrescentes, admite-se, como é sabido, a existência de ditongos crescentes. Podem considerar-se no número deles as seqüências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas, tais as que se representam graficamente por ea, eo, ia, ie, io, oa, ua, ue, uo: áurea, áureo, calúnia, espécie, exímio, mágoa, míngua, ténue/tênue, tríduo.


3º) Os ditongos nasais, que na sua maioria tanto podem ser tónicos/tônicos como átonos, pertencem graficamente a dois tipos fundamentais: ditongos representados por vogal com til e semivogal; ditongos representados por uma vogal seguida da consoante nasal m. Eis a indicação de uns e outros:


a) Os ditongos representados por vogal com til e semivogal são quatro, considerando-se apenas a língua padrão contemporânea: ãe (usado em vocábulos oxítonos e derivados), ãi (usado em vocábulos anoxítonos e derivados), ão e õe.

Exemplos: cães, Guimarães, mãe, mãezinha; cãibas, cãibeiro, cãibra, zãibo; mão, mãozinha, não, quão, sótão, sotãozinho, tão; Camões, orações, oraçõezinhas, põe, repões. Ao lado de tais ditongos pode, por exemplo, colocar-se o ditongo ũi; mas este, embora se exemplifique numa forma popular como rũi = ruim, representa-se sem o til nas formas muito e mui, por obediência à tradição.


b) Os ditongos representados por uma vogal seguida da consoante nasal m são dois: am e em. Divergem, porém, nos seus empregos:

i) am (sempre átono) só se emprega em flexões verbais: amam, deviam, escreveram, puseram;

ii) em (tónico/tônico ou átono) emprega-se em palavras de categorias morfológicas diversas, incluindo flexões verbais, e pode apresentar variantes gráficas determinadas pela posição, pela acentuação ou, simultaneamente, pela posição e pela acentuação: bem, Bembom, Bemposta, cem, devem, nem, quem, sem, tem, virgem; Bencanta, Benfeito, Benfica, benquisto, bens, enfim, enquanto, homenzarrão, homenzinho, nuvenzinha, tens, virgens, amém (variação de ámen), armazém, convém, mantém, ninguém, porém, Santarém, também; convêm, mantêm, têm (3as pessoas do plural); armazéns, desdéns, convéns, reténs; Belenzada, vintenzinho.

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Base VI-Das vogais nasais -ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base VI

Das vogais nasais

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


Na representação das vogais nasais devem observar-se os seguintes preceitos:


1º) Quando uma vogal nasal ocorre em fim de palavra, ou em fim de elemento seguido de hífen, representa-se a nasalidade pelo til, se essa vogal é de timbre a; por m, se possui qualquer outro timbre e termina a palavra; e por n, se é de timbre diverso de a e está seguida de s: afã, grã, Grã-Bretanha, lã, órfã, sã-braseiro (forma dialetal; o mesmo que são-brasense = de S. Brás de Alportel); clarim, tom, vacum; flautins, semitons, zunzuns.


2º) Os vocábulos terminados em –ã transmitem esta representação do a nasal aos advérbios em –mente que deles se formem, assim como a derivados em que entrem sufixos iniciados por z: cristãmente, irmãmente, sãmente; lãzudo, maçãzita, manhãzinha, romãzeira.

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Base V-Das vogais átonas -ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base V

Das vogais átonas

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)


1º) O emprego do e e do i, assim como o do o e do u, em sílaba átona, regula-se fundamentalmente pela etimologia e por particularidades da história das palavras. Assim se estabelecem variadíssimas grafias:


a) Com e e i: ameaça, amealhar, antecipar, arrepiar, balnear, boreal, campeão, cardeal (prelado, ave planta; diferente de cardial = “relativo à cárdia”), Ceará, côdea, enseada, enteado, Floreal, janeanes, lêndea, Leonardo, Leonel, Leonor, Leopoldo, Leote, linear, meão, melhor, nomear, peanha, quase (em vez de quási), real, semear, semelhante, várzea; ameixial, Ameixieira, amial, amieiro, arrieiro, artilharia, capitânia, cordial (adjetivo e substantivo), corriola, crânio, criar, diante, diminuir, Dinis, ferregial, Filinto, Filipe (e identicamente Filipa, Filipinas, etc.), freixial, giesta, Idanha, igual, imiscuir-se, inigualável, lampião, limiar, Lumiar, lumieiro, pátio, pior, tigela, tijolo, Vimieiro, Vimioso;


b) Com o e u: abolir, Alpendorada, assolar, borboleta, cobiça, consoada, consoar, costume, díscolo, êmbolo, engolir, epístola, esbaforir-se, esboroar, farândola, femoral, Freixoeira, girândola, goela, jocoso, mágoa, névoa, nódoa, óbolo, Páscoa, Pascoal, Pascoela, polir, Rodolfo, távoa, tavoada, távola, tômbola, veio (substantivo e forma do verbo vir); açular, água, aluvião, arcuense, assumir, bulir, camândulas, curtir, curtume, embutir, entupir, fémur/fêmur, fístula, glândula, ínsua, jucundo, légua, Luanda, lucubração, lugar, mangual, Manuel, míngua, Nicarágua, pontual, régua, tábua, tabuada, tabuleta, trégua, virtualha.


2º) Sendo muito variadas as condições etimológicas e histórico-fonéticas em que se fixam graficamente e e i ou o e u em sílaba átona, é evidente que só a consulta dos vocabulários ou dicionários pode indicar, muitas vezes, se deve empregar-se e ou i, se o ou u. Há, todavia, alguns casos em que o uso dessas vogais pode ser facilmente sistematizado. Convém fixar os seguintes:


a) Escrevem-se com e, e não com i, antes da sílaba tónica/tônica, os substantivos e adjetivos que procedem de substantivos terminados em – eio e – eia, ou com eles estão em relação direta. Assim se regulam: aldeão, aldeola, aldeota por aldeia; areal, areeiro, areento, Areosa por areia; aveal por aveia; baleal por baleia; cadeado por cadeia; candeeiro por candeia; centeeira e centeeiro por centeio; colmeal e colmeeiro por colmeia; correada e correame por correia.


b) Escrevem-se igualmente com e, antes de vogal ou ditongo da sílaba tónica/tônica, os derivados de palavras que terminam em e acentuado (o qual pode representar um antigo hiato: ea, ee): galeão, galeota, galeote, de galé; coreano, de Coreia; daomeano, de Daomé; guineense, de Guiné; poleame e poleeiro, de polé.


c) Escrevem-se com i, e não com e, antes da sílaba tónica/tônica, os adjetivos e substantivos derivados em que entram os sufixos mistos de formação vernácula – iano e –iense, os quais são o resultado da combinação dos sufixos –ano e –ense com um i de origem analógica (baseado em palavras onde –ano e –ense estão precedidos de i pertencente ao tema: horaciano, italiano, duriense, flaviense, etc.): açoriano, acriano (de Acre), camoniano, goisiano (relativo a Damião de Góis), siniense (de Sines), sofocliano, torriano, torriense (de Torre(s)).


d) Uniformizam-se com as terminações –io e –ia (átonas), em vez de –eo e –ea, os substantivos que constituem variações, obtidas por ampliação, de outros substantivos terminados em vogal: cúmio (popular), de cume; hástia, de haste; réstia, do antigo reste; véstia, de veste.


e) Os verbos em –ear podem distinguir-se praticamente, grande número de vezes, dos verbos em –iar, quer pela formação, quer pela conjugação e formação ao mesmo tempo. Estão no primeiro caso todos os verbos que se prendem a substantivos em –eio ou –eia (sejam formados em português ou venham já do latim); assim se regulam: aldear, por aldeia; alhear, alheio; cear, por ceia; encadear, por cadeia; pear, por peia; etc. Estão no segundo caso todos os verbos que têm normalmente flexões rizotónicas/rizotônicas em –eio, -eias, etc.: clarear, delinear, devanear, falsear, granjear, guerrear, hastear, nomear, semear, etc. Existem, no entanto, verbos em –iar, ligados a substantivos com as terminações átonas –ia ou –io, que admitem variantes na conjugação: negoceio ou negocio (cf. negócio); premeio ou premio (cf. prémio/prêmio); etc.


f) Não é lícito o emprego do u final átono em palavras de origem latina. Escreve-se, por isso: moto, em vez de mótu (por exemplo, na expressão de moto próprio); tribo, em vez de tríbu.


g) Os verbos em –oar distinguem-se praticamente dos verbos em –uar pela sua conjugação nas formas rizotónicas/rizotônicas, que têm sempre o na sílaba acentuada: abençoar com o, como abençoo, abençoas, etc.; destoar, com o, como destoo, destoas, etc.: mas acentuar, com u, como acentuo, acentuas, etc.

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Base IV-Das sequências consonânticas -ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base IV

Das sequências consonânticas

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

1º) O c, com valor de oclusiva velar, das sequências interiores cc (segundo c com valor de sibilante), cç e ct, e o p das sequências interiores pc (c com valor de sibilante), pç e pt, ora se conservam, ora se eliminam.

Assim:


a) Conservam-se nos casos em que são invariavelmente proferidos nas pronúncias cultas da língua: compacto, convicção, convicto, ficção, friccionar, pacto, pictural; adepto, apto, díptico, erupção, eucalipto, inepto, núpcias, rapto.


b) Eliminam-se nos casos em que são invariavelmente mudos nas pronúncias cultas da língua: ação, acionar, afetivo, aflição, aflito, ato, coleção, coletivo, direção, diretor, exato, objeção; adoção, adotar, batizar, Egito, ótimo.


c) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta, quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: aspecto e aspeto, cacto e cato, caracteres e carateres, dicção e dição; facto e fato, sector e setor, ceptro e cetro, concepção e conceção, corrupto e corruto, recepção e receção.


d) Quando, nas seqüências interiores mpc, mpç e mpt se eliminar o p de acordo com o determinado nos parágrafos precedentes, o m passa a n, escrevendo-se, respectivamente nc, nç e nt: assumpcionista e assuncionista; assumpção e assunção; assumptível e assuntível; peremptório e perentório, sumptuoso e suntuoso, sumptuosidade e suntuosidade.


2º) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta, quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: o b da sequência bd, em súbdito; o b da seqüência bt, em subtil e seus derivados; o g da seqüência gd, em amígdala, amigdalácea, amigdalar, amigdalato, amigdalite, amigdalóide, amigdalopatia, amigdalotomia; o m da seqüência mn, em amnistia, amnistiar, indemne, indemnidade, indemnizar, omnímodo, omnipotente, omnisciente, etc.; o t, da seqüência tm, em aritmética e aritmético.

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Base III-Da homofonia de certos grafemas consonânticos - ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

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Base III-Da homofonia de certos grafemas consonânticos - ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Dada a homofonia existente entre certos grafemas consonânticos, torna-se necessário diferençar os seus empregos, que fundamentalmente se regulam pela história das palavras.

É certo que a variedade das condições em que se fixam na escrita os grafemas consonânticos homófonos nem sempre permite fácil diferenciação dos casos em que se deve empregar uma letra e daqueles em que, diversamente, se deve empregar outra, ou outras, a representar o mesmo som.

Nesta conformidade, importa notar, principalmente, os seguintes casos:


1º) Distinção gráfica entre ch e x: achar, archote, bucha, capacho, capucho, chamar, chave, Chico, chiste, chorar, colchão, colchete, endecha, estrebucha, facho, ficha, flecha, frincha, gancho, inchar, macho, mancha, murchar, nicho, pachorra, pecha, pechincha, penacho, rachar, sachar, tacho; ameixa, anexim, baixel, baixo, bexiga, bruxa, coaxar, coxia, debuxo, deixar, eixo, elixir, enxofre, faixa, feixe, madeixa, mexer, oxalá, praxe, puxar, rouxinol, vexar, xadrez, xarope, xenofobia, xerife, xícara.


2º) Distinção gráfica entre g, com valor de fricativa palatal, e j: adágio, alfageme, Álgebra, algema, algeroz, Algés, algibebe, algibeira, álgido, almargem, Alvorge, Argel, estrangeiro, falange, ferrugem, frigir, gelosia, gengiva, gergelim, geringonça, Gibraltar, ginete, ginja, girafa, gíria, herege, relógio, sege, Tânger, virgem; adjetivo, ajeitar, ajeru (nome de planta indiana e de uma espécie de papagaio), canjerê, canjica, enjeitar, granjear, hoje, intrujice, jecoral, jejum, jeira, jeito, Jeová, jenipapo, jequiri, jequitibá, Jeremias, Jericó, jerimum, Jerónimo, Jesus, jibóia, jiquipanga, jiquiró, jiquitaia, jirau, jiriti, jitirana, laranjeira, lojista, majestade, majestoso, manjerico, manjerona, mucujê, pajé, pegajento, rejeitar, sujeito, trejeito.


3º) Distinção gráfica entre as letras s, ss, c, ç e x, que representam sibilantes surdas: ânsia, ascensão, aspersão, cansar, conversão, esconso, farsa, ganso, imenso, mansão, mansarda, manso, pretensão, remanso, seara, seda, Seia, Sertã, Sernancelhe, serralheiro, Singapura, Sintra, sisa, tarso, terso, valsa; abadessa, acossar, amassar, arremessar, Asseiceira, asseio, atravessar, benesse, Cassilda, codesso (identicamente Codessal ou Codassal, Codesseda, Codessoso, etc.), crasso, devassar, dossel, egresso, endossar, escasso, fosso, gesso, molosso, mossa, obsessão, pêssego, possesso, remessa, sossegar; acém, acervo, alicerce, cebola, cereal, Cernache, cetim, Cinfães, Escócia, Macedo, obcecar, percevejo; açafate, açorda, açúcar, almaço, atenção, berço, Buçaco, caçanje, caçula, caraça, dançar, Eça, enguiço, Gonçalves, inserção, linguiça, maçada, Mação, maçar, Moçambique, Monção, muçulmano, murça, negaça, pança, peça, quiçaba, quiçaça, quiçama, quiçamba, Seiça (grafia que pretere as erróneas/errôneas Ceiça e Ceissa), Seiçal, Suíça, terço; auxílio, Maximiliano, Maximino, máximo, próximo, sintaxe.


4º) Distinção gráfica entre s de fim de sílaba (inicial ou interior) e x e z com idêntico valor fónico/fônico: adestrar, Calisto, escusar, esdrúxulo, esgotar, esplanada, esplêndido, espontâneo, espremer, esquisito, estender, Estremadura, Estremoz, inesgotável; extensão, explicar, extraordinário, inextricável, inexperto, sextante, têxtil; capazmente, infelizmente, velozmente. De acordo com esta distinção convém notar dois casos:

a) Em final de sílaba que não seja final de palavra, o x = s muda para s sempre que está precedido de i ou u: justapor, justalinear, misto, sistino (cf. Capela Sistina), Sisto, em vez de juxtapor, juxtalinear, mixto, sixtina, Sixto.
b) Só nos advérbios em –mente se admite z, com valor idêntico ao de s, em final de sílaba seguida de outra consoante (cf. capazmente, etc.); de contrário, o s toma sempre o lugar de z: Biscaia, e não Bizcaia.


5º) Distinção gráfica entre s final de palavra e x e z com idêntico valor fónico/fônico: aguarrás, aliás, anis, após atrás, através, Avis, Brás, Dinis, Garcês, gás, Gerês, Inês, íris, Jesus, jus, lápis, Luís, país, português, Queirós, quis, retrós, revés, Tomás, Valdés; cálix, Félix, Fénix, flux; assaz, arroz, avestruz, dez, diz, fez (substantivo e forma do verbo fazer), fiz, Forjaz, Galaaz, giz, jaez, matiz, petiz, Queluz, Romariz, [Arcos de] Valdevez, Vaz. A propósito, deve observar-se que é inadmissível z final equivalente a s em palavra não oxítona: Cádis, e não Cádiz.


6º) Distinção gráfica entre as letras interiores s, x e z, que representam sibilantes sonoras: aceso, analisar, anestesia, artesão, asa, asilo, Baltasar, besouro, besuntar, blusa, brasa, brasão, Brasil, brisa, [Marco de] Canaveses, coliseu, defesa, duquesa, Elisa, empresa, Ermesinde, Esposende, frenesi ou frenesim, frisar, guisa, improviso, jusante, liso, lousa, Lousã, Luso (nome de lugar, homónimo/homônimo de Luso, nome mitológico), Matosinhos, Meneses, narciso, Nisa, obséquio, ousar, pesquisa, portuguesa, presa, raso, represa, Resende, sacerdotisa, Sesimbra, Sousa, surpresa, tisana, transe, trânsito, vaso; exalar, exemplo, exibir, exorbitar, exuberante, inexato, inexorável; abalizado, alfazema, Arcozelo, autorizar, azar, azedo, azo, azorrague, baliza, bazar, beleza, buzina, búzio, comezinho, deslizar, deslize, Ezequiel, fuzileiro, Galiza, guizo, helenizar, lambuzar, lezíria, Mouzinho, proeza, sazão, urze, vazar, Veneza, Vizela, Vouzela.

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ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990) Base II-Do h inicial e final

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ANEXO I

ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990)

Base II-

Do h inicial e final


1º) O h inicial emprega-se:

a) Por força da etimologia: haver, hélice, hera, hoje, hora, homem, humor.

b) Em virtude de adoção convencional: hã?, hem?, hum!.


2º) O h inicial suprime-se:

a) Quando, apesar da etimologia, a sua supressão está inteiramente consagrada pelo uso: erva, em vez de herva; e, portanto, ervaçal, ervanário, ervoso (em contraste com herbáceo, herbanário, herboso, formas de origem erudita);

b) Quando, por via de composição, passa a interior e o elemento em que figura se aglutina ao precedente: biebdomadário, desarmonia, desumano, exaurir, inábil, lobisomem, reabilitar, reaver;


3º) O h inicial mantém-se, no entanto, quando, numa palavra composta, pertence a um elemento que está ligado ao anterior por meio de hífen: anti-higiénico/anti-higiênico, contra-haste; pré-história, sobre-humano.


4º) O h final emprega-se em interjeições: ah! oh!

CONTINUA...

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990) BASE I

ANEXO I -ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA(1990) BASE I


Base I

Do alfabeto e dos nomes próprios estrangeiros e seus derivados
1o) O alfabeto da língua portuguesa é formado por vinte e seis letras, cada uma delas com uma forma minúscula e outra maiúscula:
a A (á) j J (jota) s S (esse)
b B (bê) k K (capa ou cá) t T (tê)
c C (cê) l L (ele) u U (u)
d D (dê) m M (eme) v V (vê)
e E (é) n N (ene) w W (dáblio)
f F (efe) o O (ó) x X (xis)
g G (gê ou guê) p P (pê) y Y (ípsilon)
h H (agá) q Q (quê) z Z (zê)
i I (i) r R (erre)


Obs.: 1. Além destas letras, usam-se o ç (cê cedilhado) e os seguintes dígrafos: rr (erre duplo), ss (esse duplo), ch (cê-agá), lh (ele-agá), nh (ene-agá), gu (guê-u) e qu (quê-u).


2. Os nomes das letras acima sugeridos não excluem outras formas de as designar.
2º) As letras k, w e y usam-se nos seguintes casos especiais:

a) Em antropónimos/antropônimos originários de outras línguas e seus derivados: Franklin, frankliniano; Kant, kantismo; Darwin, darwinismo; Wagner, wagneriano; Byron, byroniano; Taylor, taylorista;

b) Em topónimos/topônimos originários de outras línguas e seus derivados: Kwanza, Kuwait, kuwaitiano; Malawi, malawiano;

c) Em siglas, símbolos e mesmo em palavras adotadas como unidades de medida de curso internacional: TWA, KLM; K-potássio (de kalium), W-oeste (West); kg-quilograma, km-quilómetro, kW-kilowatt, yd-jarda (yard); Watt.


3º) Em congruência com o número anterior, mantêm-se nos vocábulos derivados eruditamente de nomes próprios estrangeiros quaisquer combinações gráficas ou sinais diacríticos não peculiares à nossa escrita que figurem nesses nomes: comtista, de Comte; garrettiano, de Garrett; jeffersónia/jeffersônia, de Jefferson; mülleriano, de Müller, shakespeariano, de Shakespeare.

Os vocabulários autorizados registrarão grafias alternativas admissíveis, em casos de divulgação de certas palavras de tal tipo de origem (a exemplo de fúcsia/ fúchsia e derivados, buganvília/ buganvílea/ bougainvíllea).


4º) Os dígrafos finais de origem hebraica ch, ph e th podem conservar-se em formas onomásticas da tradição bíblica, como Baruch, Loth, Moloch, Ziph, ou então simplificar-se: Baruc, Lot, Moloc, Zif. Se qualquer um destes dígrafos, em formas do mesmo tipo, é invariavelmente mudo, elimina-se: José, Nazaré, em vez de Joseph, Nazareth; e se algum deles, por força do uso, permite adaptação, substitui-se, recebendo uma adição vocálica: Judite, em vez de Judith.


5º) As consoantes finais grafadas b, c, d, g e t mantêm-se, quer sejam mudas, quer proferidas, nas formas onomásticas em que o uso as consagrou, nomeadamente antropónimos/antropônimos e topónimos/topônimos da tradição bíblica: Jacob, Job, Moab, Isaac; David, Gad; Gog, Magog; Bensabat, Josafat.
Integram-se também nesta forma: Cid, em que o d é sempre pronunciado; Madrid e Valhadolid, em que o d ora é pronunciado, ora não; e Calecut ou Calicut, em que o t se encontra nas mesmas condições.

Nada impede, entretanto, que dos antropónimos/antopônimos em apreço sejam usados sem a consoante final Jó, Davi e Jacó.


6º) Recomenda-se que os topónimos/topônimos de línguas estrangeiras se substituam, tanto quanto possível, por formas vernáculas, quando estas sejam antigas e ainda vivas em português ou quando entrem, ou possam entrar, no uso corrente. Exemplo: Anvers, substituído por Antuérpia; Cherbourg, por Cherburgo; Garonne, por Garona; Genève, por Genebra; Jutland, por Jutlândia; Milano, por Milão; München, por Munique; Torino, por Turim; Zürich, por Zurique, etc.

CONTINUA...

ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA (TOTAL DE OITO PAISES LUSÓFONOS SIGNATÁRIOS)MÉDIA DE 250 MILHÕES DE FALANTES NO MUNDO

ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA (TOTAL DE OITO PAISES LUSÓFONOS SIGNATÁRIOS)MÉDIA DE 250 MILHÕES DE FALANTES NO MUNDO

Considerando que o projeto de texto de ortografia unificada de língua portuguesa aprovado em Lisboa, em 12 de outubro de 1990, pela Academia das Ciências de Lisboa, Academia Brasileira de Letras e delegações de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, com a adesão da delegação de observadores da Galiza, constitui um passo importante para a defesa da unidade essencial da língua portuguesa e para o seu prestígio internacional,

Considerando que o texto do acordo que ora se aprova resulta de um aprofundado debate nos Países signatários,

a República Popular de Angola,

a República Federativa do Brasil,

a República de Cabo Verde,

a República da Guiné-Bissau,

a República de Moçambique,

a República Portuguesa,

e a República Democrática de São Tomé e Príncipe,

acordam no seguinte:


Artigo 1o

É aprovado o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que consta como anexo I ao presente instrumento de aprovação, sob a designação de Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990) e vai acompanhado da respectiva nota explicativa, que consta como anexo II ao mesmo instrumento de aprovação, sob a designação de Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990).


Artigo 2o
Os Estados signatários tomarão, através das instituições e órgãos competentes, as providências necessárias com vista à elaboração, até 1 de janeiro de 1993, de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa, tão completo quanto desejável e tão normalizador quanto possível, no que se refere às terminologias científicas e técnicas.


Artigo 3o
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrará em vigor em 1o de janeiro de 1994, após depositados os instrumentos de ratificação de todos os Estados junto do Governo da República Portuguesa.


Artigo 4o
Os Estados signatários adotarão as medidas que entenderem adequadas ao efetivo respeito da data da entrada em vigor estabelecida no artigo 3o.
Em fé do que, os abaixo assinados, devidamente credenciados para o efeito, aprovam o presente acordo, redigido em língua portuguesa, em sete exemplares, todos igualmente autênticos.

Assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990.

PELA REPÚBLICA POPULAR DE ANGOLA
JOSÉ MATEUS DE ADELINO PEIXOTO
Secretário de Estado da Cultura

PELA REPÚBLICA FEDERATIVA
DO BRASIL
CARLOS ALBERTO GOMES CHIARELLI
Ministro da Educação

PELA REPÚBLICA DE CABO VERDE
DAVID HOPFFER ALMADA
Ministro da Informação, Cultura e Desportos

PELA REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU
ALEXANDRE BRITO RIBEIRO FURTADO
Secretário de Estado da Cultura

PELA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
LUIS BERNARDO HONWANA
Ministro da Cultura

PELA REPÚBLICA PORTUGUESA
PEDRO MIGUEL DE SANTANA LOPES
Secretário de Estado da Cultura

PELA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
LÍGIA SILVA GRAÇA DO ESPÍRITO SANTO COSTA
Ministra da Educação e Cultura

ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA,ASSINADO EM LISBOA, EM 16 DE DEZEMBRO DE1990.DECRETO Nº 6.583, DE 29 D-09- 2008. Publicado no DOU de 30.9.2008

ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA,ASSINADO EM LISBOA, EM 16 DE DEZEMBRO DE1990.DECRETO Nº 6.583, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008. Publicado no DOU de 30.9.2008

Promulga o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e

Considerando que o Congresso Nacional aprovou, por meio do Decreto Legislativo no 54, de 18 de abril de 1995, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990;

Considerando que o Governo brasileiro depositou o instrumento de ratificação do referido Acordo junto ao Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Portuguesa, na qualidade de depositário do ato, em 24 de junho de 1996;

Considerando que o Acordo entrou em vigor internacional em 1o de janeiro de 2007, inclusive para o Brasil, no plano jurídico externo;


DECRETA:

Art. 1o O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, entre os Governos da República de Angola, da República Federativa do Brasil, da República de Cabo Verde, da República de Guiné-Bissau, da República de Moçambique, da República Portuguesa e da República Democrática de São Tomé e Príncipe, de 16 de dezembro de 1990, apenso por cópia ao presente Decreto, será executado e cumprido tão inteiramente como nele se contém.


Art. 2o O referido Acordo produzirá efeitos somente a partir de 1o de janeiro de 2009.


Parágrafo único. A implementação do Acordo obedecerá ao período de transição de 1o de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012, durante o qual coexistirão a norma ortográfica atualmente em vigor e a nova norma estabelecida.


Art. 3o São sujeitos à aprovação do Congresso Nacional quaisquer atos que possam resultar em revisão do referido Acordo, assim como quaisquer ajustes complementares que, nos termos do art. 49, inciso I, da Constituição, acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional.


Art. 4o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 29 de setembro de 2008; 187o da Independência e 120o da República.


LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Celso Luiz Nunes Amorim

domingo, 12 de abril de 2009

TEMPO DE PÁSCOA...TEMPO DE PAZ!

INCANSÁVEIS AMANTES DA PAZ

Acróstico-tradicional Nº 1850
Por Sílvia Araújo Motta

I-Independente do idioma, a PAZ é universal...
N-Na terra,no mar, nações ou espaço sideral.
C-Catalão:pau;espanhol:paz;bretão: Peoc'h
A-A Indonésia traduz: damai; Letônio: miers
N-Na Grécia:ειρήνη Coreano:평화 Curdo:Aştî
S-Saudações causam emoções;dão lições!
Á-Árabe: سلا Feroês: friður; Frisão: freden
V-Ver em Latim:pax; Polonês:pokój;
E-Em Francês:paix; Húngaro: béke;
I-Italiano:pace;Lituano:taika;Bósnio:mir
S-Sérvio: mir; tcheco:mir; Croata:mir
-
A-Ao brindar em Tagalo: kapayapaan
M--Muita paz! Estoniano: rahu; Klingon:roj
A-Alemão: Frieden Finlandês: rauha
N-Na Rússia: мир Japonês: 平和
T-Turco: Barış Tradicional Chinês: 和平
E-Eslovaco:mier; holandês:vrede;
S-Sueco:fred; romeno:pace; ucraniano: мир
-
D-Dinamarquês: fred; Búlgaro: мир
A-Albanês: paqe; Norueguês: fred;
-
P-Paco:em Esperanto; hebraico: שלום
A-A PAZ é fruto que faz reconciliação,
Z-Zelar sem cansar por ela traz união.
-
Belo Horizonte, 30 de junho de 2008.
-
http://recantodasletras.uol.com.br/acrosticos/1059368
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CURIOSIDADES

1- Portuguese
" A PAZ é um produto interior e de união universal."
(Pensamento de Sílvia Araújo Motta)

2- Français:
"LA PAIX est un produit intérieur et d'unité universelle."

3- English:
"PEACE is something interior and of universal union."

4-German/Alemão:
" DER FRIEDEN ist ein innerliches Produkt und von universeller Gemeinschaft."

5- Italiano:
“Il PACE è uno prodotto interiore e di unione l´universale.”

6- Español:
“La PAZ è um producto interior e de unión universal.”

Silvia Araujo Motta
Publicado no Recanto das Letras em 01/07/2008
Código do texto: T1059368
http://recantodasletras.uol.com.br/acrosticos/1059368

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A PAZ É O CAMINHO
Dia Internacional da Paz

Homenagem acróstica nº 679
Por Sílvia Araújo Motta

D-Depois de ouvir falar de tanta guerra
I-Insisto que viver requer lutar...
A-A incerteza do morrer, pavor encerra.
-
I-Inútil ambição põe a tortura
N-No chão que poderia ser fecundo,
T-Termina sem plantar qualquer ventura.
E-Em cada instante nasce o ódio profundo,
R-Retoma o pranto farto de ousadia!
N-Nações exibem homens-bombas, arsenais...
A-A natureza cumpre a triste profecia....
C-Contesta e irada usa forças irmanadas!
I-Impõe furacões, fortes tempestades...
O-Os tsunames avançam de improviso...
N-Nos oratórios,preces de joelhos ao Senhor!
A-Às portas da prisão,sem siso,nem riso,
L-Lugar de condenados, o juízo gera dor.
-
D-De mãos postas os homens se consagram
A-Ao Deus da Criação, bendizem, oram
-
P-Prova de Amor ao Pai, Misericórdia.
A-A PAZ é o sonho que nos dá fé e luz,
Z-Zelosa lição de esperança dia-a-dia.

Belo Horizonte, 10 de setembro de 2006.
Dia Internacional da Paz.

http://recantodasletras.uol.com.br/acrosticos/237302

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PAZEAR PAZ

Acrósticos Nº 692
Por Sílvia Araújo Motta.

P-Paz não se encontra na guerra!
A-Apenas no coração
Z-Zeloso que Amor encerra.
P-Paz é fruto bem colhido,
A-Adocicado, maduro,
Z-Zéfiro, acalma o sentido.
P-Paz é o amor repassado
A-Ao mundo da violência,
Z-Zimófero em pão assado.
P-Paz, saúde, amor, paciência,
A-A terra clama, em verdade,
Z-Zangada contra a violência.
P-Paz se faz em cada lar...
A-A Família compartilha
Z-Zeladoria ao ninar.
P-Paz põe flores nos canhões,
A-Arremessa à humanidade
Z-Zelo e amor aos corações.
P-Pazear? Pode provar,
A-Ao teclar pela harmonia
Z-Zagala ao pastorear.
P-Poética e Brasileira,
A-Academia Virtual,
Z-Zela pela PAZ real.
-
BH,MG,Brasil, 25 de setembro de 2006.
Silvia Araujo Motta

Publicado no Recanto das Letras em 25/09/2006
Código do texto: T248827

http://recantodasletras.uol.com.br/acrosticos/248827
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PAZ- QUINTO CENÁRIO AXIOTELEOLÓGICO

Acróstico-didático Nº 769
Por Sílvia Araújo Motta

P-Paz é aspiração que traz a felicidade da humanidade.
A-A força não impõe Paz, nem extingue a criminologia.
Z-Zelo da Paz Social externa, quer justiça, amor,lealdade.

Belo Horizonte, 4 de outubro de 2006
Silvia Araujo Motta

Publicado no Recanto das Letras em 04/11/2006
Código do texto: T281783

http://recantodasletras.uol.com.br/acrosticos/281783

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A PAZ MUNDIAL QUE QUERO
Acróstico nº 853
Por Sílvia Araújo Motta

M-Muita paz seja alcançada
U-Universal e individual,
N-Natureza respeitada...
D-Dignidade humana vital,
I-Imensurável medida:
A-Amor, na dimensão familiar,
L-Luz na vida espiritual.

Belo Horizonte, dezembro de 2006.

Silvia Araujo Motta
Publicado no Recanto das Letras em 26/12/2006
Código do texto: T328157
http://recantodasletras.uol.com.br/acrosticos/328157

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quarta-feira, 25 de março de 2009

INTRODUÇÃO À GESTALT: FCH-FUMEC

INTRODUÇÃO À GESTALT: FCH-FUMEC

Acróstico-divulgação Nº 2300
Por Sílvia Araújo Motta

I- Introdução à Gestalt é na FCH-FUMEC,
N-Novo Curso de Extensão que teoriza
T-Terapia, aplicada, com a eficácia
R-Reconhecida por muitos pacientes,
O-Ovacionada por teóricos competentes,
D-Definida, após laboriosa Pesquisa!
U-Uma oportunidade de QUALIDADE,
Ç-Com aulas presenciais, ministradas,
Ã-Aos sábados, de 8 horas às 11 horas;
O-O custo total tem um preço especial.
-
À-A FUMEC está à Rua Cobre-200-BH.
-
G-Garantido curso, de valor extraordinário!
E-Equipe Prof.Facilitador:Gerson A. Vieira,
S-São Psicólogos:Mônica Araújo.R.Elisiário, e,
T-Também, Paulo Rubens.S.Del Menezzi Vicari.
A-As inscrições para 32 h/a na Carga Horária,
L-Limitam vagas. Vale a pena atualizar,
T-Testar e ampliar seus conhecimentos.
-
F-Faça sua inscrição, hoje ainda,on line,
C-Confira: De 12/3 até 15 de abril/2009.
H-Há telefonistas que lhe dão informação.
-(31) 3228 3109
F-Faz-se necessária a atualização do saber:
U-Um vasto estudo das Ciências Humanas,
M-Moderno e inédito em Belo Horizonte/MG,
E-Educação é dinâmica na sua formação,
C-Com tempo e espaço mutantes na ação.
-
Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, Março /Abril de 2009.
http://www.fumec.br/cursos/extensao/introducao_gestalt.php
http://recantodasletras.uol.com.br/acrosticos/1505053

sábado, 7 de março de 2009

DIA DO AMIGO VIRTUAL-(Indriso)

Poema 2270 – DIA DO AMIGO VIRTUAL

(Indriso com derivação dos versos:3-3-1-1)
Por Sílvia Araújo Motta

Não importa a forma da comunicação;
a verdadeira AMIZADE VIRTUAL
faz bem ao ego,superego e coração.
-
Só sei dizer que o tal Correio digital,
Msn, Icq, Chat, Emeio e a Câmera
trazem as emoções em tempo real.
-
O Computador aquece a dor da solidão!
-
A tela é fria, mas desperta a alegria.
-
Belo Horizonte, 7 de março de 2009.
-
Lembretes:
A)Derivações do indriso:
3-3-1-1: Indriso o indriso en sístole.
1-1-3-3: Indriso en diástole.
3-1-3-1: Indriso de dos sístoles.
1-3-1-3: Indriso de dos diástoles.
3-1-1-3: Indriso en sístole interna.
1-3-3-1: Indriso en diástole interna.

B)- Idioma:PORTUGUÊS
DEFINIÇÃO DO INDRISO
O indriso é “um poema composto de dois tercetos e duas estrofes de verso único (3-3-1-1), que permite um uso LIVRE OU NÃO da rima e o número de sílabas nos seus versos; sem tirar o mérito dos poetas que preferem rima externa ou interna.”

2-Idioma:ENGLISH
DEFINITION OF INDRISO
Indriso is a poem formed by two triplets and two one-line stanzas (3-3-1-1), with free use of the rhyme and the number of syllables in its verses.

3-Idioma:FRANÇAIS
DEFINITION DE L'INDRIS
L'indris est un poème formé de deux tercets et de deux strophes d'un seul vers (3-3-1-1), avec nombre de pieds et rime libres.

4-Idioma:ESPAÑOL
DEFINICIÓN DEL INDRISO
El indriso es un poema que consta de dos tercetos y dos estrofas de verso único (3-3-1-1), con uso libre de la rima y medida de sus versos.

5-Idioma:ITALIANO
DEFINIZIONE DELL´INDRISO

L'indriso è un poema composto da due terzine e due strofe di verso unico (3-3-1-1), con uso libero della rima e del numero delle sillabe nei suoi versi.

6-Idioma: ASTURIANU
DEFINICIÓN D'INDRISU
L'indrisu ye un poema que consta de dos tercetos y dos estrofes de versu únicu (3-3-1-1). L'usu de la rima y del númberu de sílabes nos sos versos ye llibre.

7-Idioma:CATALÀ
DEFINICIÓ DE L'INDRÍS
L'indrís és un poema que consta de dos tercets y dues estrofes de vers únic (3-3-1-1). L'ús de la rima i del número de síl.labes en els seus versos és lliure.

8-Idioma:DEUTSCH
ERKLÄRUNG VON INDRISO
Das Indriso ist ein Gedicht, das aus zwei Terzetten, aus zwei Einzigeversstrophen besteht (3-3-1-1). Es hat freie Benutzung des Reims und des Silbennummers in seinen Versen.

9-Idioma:ROMÂNĂ
DEFINIŢIA INDRIS-ULUI
Indrisul este o poezie alcătuită din două terţine şi două strofe de un singur vers ( 3-3-1-1 ) în care numărul de silabe şi rima sunt libere.
---***---

Texto Nº 350- MULHER em 54 Acrósticos

Texto Nº 350- MULHER em 54 Acrósticos

Para a Ciranda de Luli Coutinho
Por Sílvia Araújo Motta

01:
M-U-L-H-E-R-E-S!
U-N-I-D-A-S
L-O-U-V-A-M,
H-O-N-R-A-M:
E-S-P-O-S-A
R-A-I-N-H-A
E-L-E-I-T-A
S-E-R-E-I-A.

02:
M-Menina, jovem, sozinha,
U-Um ser que sabe o que quer!
L-Linda, esposa, mãe, rainha,
H-Haja o que houver a mulher
E-Espera, vence e caminha,
R-Recomeça, se puder.
-
03:
M-Musa do artista-escultor,
U-Uma flor a perfumar,
L-Lacrimeja pelo Amor!
H-Harmoniza bem o lar,
E-Espera, que passa a dor,
R-Revela-se forte ao doar.
-
04:
M-Mulher é quase perfeita
U-Um anjo que o homem quer,
L-Logo que se torna eleita,
H-Heroína a transcender,
E-É companheira que aceita,
R-Respeitar seu “mal-me quer.”
-
05:
M-Mais que linda é inteligente,
U-Uma mulher virtuosa,
L-Labuta e é paciente,
H-Honesta, mãe cuidadosa,
E-Esposa, à dor resistente,
R-Realmente é maravilhosa!
-
06:
M-Mulher já tem independência
U-Um espaço na sociedade!
L-Luta contra a violência.
H-Há de enfrentar a Verdade!
E-Estrela na adolescência,
R-Rainha em terceira idade.
-
07:
M-Mulher da prostituição,
U-Um corpo frio oferece,
L-Levada à exploração
H-Há de ter o que merece...
E-Enfim, pela decepção,
R-Razão a sofrer, padece.
-
08:
M-Mais que uma beleza externa
U-Uma mulher companheira
L-Leva para a vida eterna,
H-Honras da existência inteira,
E-Espelha antiga ou moderna,
R-Realização verdadeira.
-
09:
M-Mulher demonstra altruísmo
U-Um sentimento profundo,
L-Luta contra o egoísmo...
H-Há sempre guerra no mundo...
E-Em busca só de otimismo
R-Ri, soluciona e “vai fundo.”
-
10:
M-Mãe grávida ao receber
U-Um chute do seu filhinho,
L-Logo o sente e passa a ter,
H-Homenagens de carinho...
E-É que não dá pra esquecer:
R-Rosas, também têm espinhos.
-
11:
M-Muitas palavras perfumam!
U-Um gesto simples de Amor
L-Liga a terra ao céu, proclamam
H-Hosanas, luzes, calor...
E-Enfim, felizes se amam,
R-Recolhem jardins em flor.
-
12:
M-Mulheres em sintonia
U-Uma orquestra vão formar,
L-Lar, Família em sinfonia...
H-Harpas, piano a tocar...
E-Entre todos, a harmonia
R-Revisa o fruto a perdoar.
-
13:
M-Musa, Mestra, Orientadora,
U-Um troféu pode ganhar,
L-Lições de uma Educadora
H-Humanizam o caminhar.
E-Eleita uma Professora
R-Raios de luz, faz brotar.
-
14:
M-Magia que a gente encanta,
U-Uma jovem a conquistar,
L-Lindo arco-íris se levanta
H-Harmonioso a exaltar,
E-Esperança, luz que canta,
R-Razões que a fazem brilhar.
-
15:
M-Mulher internacional
U-Um dia é seu, pra brindar,
L-Lutadora nacional,
H-Homenagens a ganhar
E-Em novembro é especial,
R-Risonha pode esperar.
-
16:
M-Minha mãe sempre dizia
U-Um conselho inesquecível:
L-Lute, em busca da alegria!
H-Há uma solução incrível:
E-Em verdade, a harmonia
R-Revela a paz invejável.
-
17:
M-Mãe é luz, paz e perdão,
U-Um coração só de Amor!
L-Lágrimas que os filhos dão
H-Hão de sublimar a dor...
E-Esquece e ensina a lição:
R-Recebe o espinho da flor.
-
18:
M-Modela certa harmonia,
U-Um casal que faz brilhar
L-Luz à noite e luz ao dia!
H-Há nas Bodas a brindar
E-Exemplo de simpatia
R-Realeza para coroar.
-
19:
M-Mulher cozinheira aprende
U-Umas receitas gostosas...
L-Liberta a conquista e acende
H-Humor em Cartas famosas:
E-Estômago cheio prende
R-Raras emoções zelosas.
-
20:
M-Meus parabéns! Se tiveres
U-Uma Vocação de Fadas,
L-Leve a brisa onde quiseres...
H-Homens não te negam nada...
E-Então, serão as MULHERES
R-Rainhas e bem-amadas.
-
21:
M-Mascara, finge verdadeira,
U-Um segredo teatraliza...
L-Luta para ser primeira!
H-Honesta, fica indecisa
E-Esconde, que é a terceira
R-Reza, chora, sofre, pisa.
-
22:
M-Mais forte que muitos homens
U-Um exemplo forte na dor,
L-Lidera a todos que temem...
H-Horror carrega ao terror...
E-Esposas sempre procurem
R-Redobrar na vida o Amor.
-
23:
M-“Mundo cão” já ouvi dizer
U-“Uma mulher não diz não...”
L-Legado, pra reverter:
H-Hoje, escolhe o sim ou não
E-Estuda e sabe escolher
R-Resolve qualquer situação.
-
24:
M-Mulher quando sonha voa
U-Umas asas vai criar...
L-Linda ou qualquer, muito BOA!
H-Hoje em dia está a mudar
E-Esse conceito de boa !
R-Racional, sabe o que dar.
-
25:
M- “Mulher tem que ser cheirosa,
U-Uma presença agradável,
L-Linda e sempre vaidosa...”
H-Hoje, é bem mais responsável
E-Em meta bem mais honrosa,
Revela ser mais saudável.
-
26:
M- “Mulher tem em toda parte,
U-Uma oferta pra quem quer...”
L-Lutadora, contra enfarte,
H-Hoje, o orgulho da mulher
E-É ser difícil! O descarte
R-Reconstruiu o “Ser Mulher.”
-
27:
M- “Minha mulher é uma flor,
U-Uma deusa, mãe, rainha”
L-Logo, tem o meu amor...”
H-Homens? Confessam à “Gatinha”:
E-Ela é gorda, feia, um horror???
R-Realmente o tesão se aninha.
-
28:
M-Mulher transmite energias
U-Um belo ser celestial,
L-Luz de ternura e alegrias...
H-Hoje e sempre, especial
E-Esquece das tardes frias
R-Retoma firme, o ideal.
-
29:
M-Mulher sabe discernir
U-Um lado bom e outro mal...
L-Libélula voa a sorrir...
H-Heroína é ser fatal,
E-Esperança no porvir,
R-Realização universal.
-
30:
M-Mulher sabe o que querer
U-Um poder pode lhe dar,
L-Logo, se quer aprender
H-Há de insistir e tentar...
E-Esquece do seu sofrer
R-Recomeça o caminhar.
-
31:
M- “Mulheres não são iguais
U-Um pesadelo terrível,
L-Lágrimas têm a mais...”
H-Hoje, na mudança incrível,
E-Em paz, sabe ser capaz,
R-Risonha? Mulher é invencível.
-
32:
M-Mulher sabe se dá pra ser
U-Uma velinha ou estrela...
L-Luta apenas, por prazer!
H-Homens? Só pensam tê-la!
E-É feliz, se pode ter
R-Romantismo para vê-la.
-
33:
M-Mulher é uma flor na mente,
U-Um perfumado suor...
L-Lindo verso transparente
H-Horizonte para a dor.
E-É uma jóia tão brilhante
R-Relicário de um amor.
-
34:
M-Mulher desvenda mistério,
U-Um problema e a solução
L-Liberta o seu climatério...
H-Habilidosa em missão:
E-É imortal no cemitério
R-Retrata recordação.
-
35:
M-Mito humano ou uma flor
U-Uma mulher pode ter,
L-Luz do arco-íris, na cor
H-Hosana ao amanhecer.
E-É alegoria do Amor...
R-Refloresce qualquer ser.
-
36:
M-Muito acima do meu céu
U-Uma mulher é “Mãezinha”
L-Linda e doce tal qual mel
H-Hoje, quase não caminha,
E-Está feliz com seu "fel:"
R-Reza na dor, está velhinha!
-
37:
M- “Mulher não é sexo frágil
U-Um vidro que vai quebrar
L-Luz fraca, que apaga fácil...”
H-Hoje é forte, e ao tentar
E-Exemplifica um ser ágil
R-Revela um sol a brilhar.
-
38:
M-Mulher deseja aceitar
U-“Um amor, enquanto durar?”
L-Linda a música, o sucesso
H-Holofote vai quebrar!
E-Essa luz...vai se apagar?
R-Romance em paixão, expresso.
-
39:
M-Mulher sabe conquistar
U-Um homem pra companheiro:
L-Linda, jovem sabe dar,
H-Honras o tempo inteiro
E-E histórias sabe contar
R-Razões para o seu “primeiro”.
-
40:
M-Mulher nesta relação
U-Um dia de cada vez,
L-Luta pra renovação...
H-Homens fazem sua vez!
E-E então? Na decepção
R-Recomeçam outra vez...
-
41:
M-Mulher muito entusiasmada
U-Uma AMIGA virtual:
L-Luli Coutinho, obrigada
H-Hoje, chegou ao final
E-Esta CIRANDA é brindada,
R-Realização total.
-
42:
M-Mais que sorriso, é carinho,
U-Uma mulher criativa:
L-Luli Coutinho é caminho!
H-Historiadora e altiva
E-Estará no pergaminho:
R-Rica CIRANDA reativa.
-
43:
M-Mulher bonita e artista
U-Uma pedagoga, é lição:
L-Luli Coutinho é paulista.
H-Hoje faz Decoração:
E-Elisa Santos, na pista
R-Revela perfil de ação.
-
44:
M-Mulher do Prêmio “Karinho”
U-Uma premiação “Amizade”
L-Luli escolheu ser Coutinho...
H-Há vários prêmios: verdade
E-Em seu site, seu “Cantinho”
R-Revela uma realidade.
-
45:
M-Muitos troféus pra mostrar
U-Uma mulher premiada:
L-Luli Coutinho, no altar
H-Hoje recebe o OBRIGADA!
E-Eu posso em versos cantar:
R-Realmente estou encantada.
-
46:
M-Muitos quadros a exibir,
U-Uma linda Taça de OURO,
L-Luli Coutinho a sorrir
H-Hoje tem grande TESOURO
E-Em Anna Paes, tem brilhantes...
R-Relê milhões de visitantes.
-
47:
M-Mui bela apresentação
U-Um convite pra voar:
L-Livro mostra a inspiração
H-Há versos para ENCANTAR
E-BOOK é reflexão
R-Recolhe emoção, faz vibrar.
-
48:
M-Mais uma publicação:
U-Uma homenagem à MULHER...
L-Luli Coutinho é lição:
H-Honra fazer o que quer...
E-E-BOOK, em divulgação:
R-Realização “pra-quem-quer.”
-
49:
M-Mudou meu rumo virtual
U-Uma visita recebida:
L-Luli Coutinho é genial,
H-Hoje enfeita a sua vida.
E-Em meu site está real:
R-Registro acróstico! É lida!
-
50:
M-Magia em certas procelas,
U-Usa molduras douradas:
L-Luli Coutinho, tem belas
H-Homenagens recebidas,
E-Estrofes puras, singelas
R-Revelam o quanto é amada.
-
Belo Horizonte, 17 de março de 2006.

51-
M-Maravilhosa e inteligente doação:
U-Uma estrela-integração a brilhar...
L-Luli e Denise Moura...Exclamação!
H-Hum! Lindo!Vale a pena divulgar:
E-Emoldurada lição para reflexão,
R-Recantistas em confraternização!

52:
M-Mais que Ciranda a rodar
U-Universo, se quiser
L-Luli sabe coordenar!
H-Homenagem à Mulher
E-Em moldura de D. Moura
R-Recantistas vão brilhar.

53:
M-Muitos agradecimentos
U-Um E-Book deve conter,
L-Louros aos conhecimentos,
H-Homenagens vou fazer
E-Especial à Angel*Poesi@
R-Real-Master da Arte-Harmonia.

54:
M-Mais de quatrocentos versos
U-Uma bela integração!
L-Lí nos poucos controversos
H-Homenagens à Mulher:
E-Esposa, Mãe, Companheira
R-Rainha, sabe o que quer.

Belo Horizonte, 23 de março de 2006.

TROVA:
Tema- Mulher

Nesta força da mulher:
sorriso, fé e fortaleza,
ela tem tudo o que quer:
paz, saúde, amor, beleza.
Sílvia Araújo Motta
---***---

MULHER-Soneto-clássico-decassílabo-sáfico-heróico-didático nº 1730

MULHER

Soneto-clássico-decassílabo-sáfico-heróico-didático nº 1730

Por Sílvia Araújo Motta

Nasceu mu(lher)!Al(guém) sor(ri) na (sa)la,
avisa a (to)dos... (tris)te o (pai,) con(tu)do
parado es(cu)ta, (pen)sa e (na)da (fa)la:
-Quem tem mãe (vi)va, (tem) no (mun)do,(tu)do!

Depressa a (fi)lha (cres)ce! A(mor) não (ca)la...
Após ca(sa)da, a (ne)ta o (dei)xa (mu)do!
Mulher tra(í)da, (cho)ra e en(tre)ga a (ma)la...
planta sau(da)de e (co)lhe o (mun)do (sur)do!

Mulher é (for)te e en(fren)ta, (com) cer(te)za,
os dissa(bo)res...(Bus)ca (ser) fe(liz!)
Se tudo (pas)sa, (já) não (tem) be(le)za.

Estrela-(gui)a, (sol)... é um (an)jo-(luz)
que dá seu (lei)te-(san)gue e ao (céu )ben(diz)
se na ve(lhi)ce o (fi)lho (lhe) con(duz.)

---***---
Uma Trova especial:

“Quem tem uma mãe tem tudo...”
-diz o filho à MÃE amada...
O pai ouve e pensa mudo:
-Quem não tem PAI não tem nada!
(Autor desconhecido)

sábado, 7 de fevereiro de 2009

HOMENAGEM ACRÓSTICA -SESSÃO MAGNA DE POSSE DA DIRETORIA-CCLB--7-FEV-2009

CENTRO DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA
DIRETORIA ELEITA - BIÊNIO 2009-2010

Sessão Magna de Posse:
7 de fevereiro de 2009
Local:Sede Social do CCLB
Rua Curitiba 746-Centro
Belo Horizonte
Minas Gerais
Brasil

PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA GERAL:
Dr. MANUEL CÂNDIDO RODRIGUES
VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA GERAL:
Dr. OTACÍLIO FERREIRA CRISTO
1º SECRETÁRIO DA ASSEMBLÉIA GERAL:
COMENDADOR ANTONIO AUGUSTO D’ALMEIDA
2º SECRETÁRIO DA ASSEMBLÉIA GERAL:
Sr. ANTONIO CARDOSO LOPES
PRESIDENTE DO CENTRO DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA:
Dr. LEONARDO COSTA ANDRADE MENDES
VICE-PRESIDENTE DO CENTRO DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA:
Dr. ANTONIO ANDRADE MENDES
SECRETÁRIO GERAL:
Sr. ANTONIO MANUEL POÇAS GOMES
SECRETÁRIO:
Sr. JOÃO DO ESPÍRITO SANTO ANTUNES
DIRETOR TESOUREIRO:
Sr. CONSTANTINO MATIAS NOGUEIRA
DIRETOR DE PATRIMONIO:
Sr. CARLOS SIMÕES NUNES
DIRETOR SOCIAL:
Sr.JOSÉ MARIA GOMES DE CARVALHO
DIRETOR CULTURAL:
Sr. JOSÉ ALVES SOARES
DIRETORA ASSISTENCIAL:
Sra. MARIA LEONICE LEMOS COSTA ANDRADE
DIRETOR DE ESPORTES:
Sr. JOÃO ANTUNES
AUXILIAR TESOUREIRO:
Sr.MÁRIO CARDOSO LOPES
AUXILIAR DE PATRIMONIO:
Sr. JOÃO DE JESUS CONDEZ
AUXILIAR SOCIAL:
Sr.ALBERTO CARDOSO MARTINS
AUXILIAR CULTURAL:
Sr.CARLOS HENRIQUE NUNES
AUXILIAR ASSISTENCIAL:
Sr. VICTOR MANUEL CARDOSO FARINHA
AUXILIAR DE ESPORTES:
Sr. ANTONIO JOSÉ FERNANDES DE OLIVEIRA
COMISSÃO DE SINDICÂNCIA:
Sr. BELMIRO AMÂNDIO RODRIGUES
Sr.ANTERO LOPES DOS SANTOS FELIPE
Sr.EDSON RODRIGO LOPES NOGUEIRA

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CENTRO DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA

Homenagem Acróstica Nº 2.223
Por Sílvia Araújo Motta(*)

C-Centro da Comunidade Luso-Brasileira,
E-Em atividade, desde a honrosa fundação,
N-No dia 15-set-1912; primeira convocação
T-Teve o Sr. Abílio N.Figueiredo, Presidente!
R-Registros comprovam ação com boa semente,
O-Objetivos sociais e culturais da tradição.
-
D-Da Assembléia Geral constituída, eleição,
A-Aprovação total das Diretorias atuantes.
-
C-Comemoração festiva, comunidade reunida,
O-O marco extraordinário traz paz e alegrias;
M-Magna Sessão de Posse, nesta data escolhida!
U-Unidos aos sócios, competentes Diretores;
N-Novo Presidente de dupla nacionalidade
I-Irmana laços fortes entre Brasil e Portugal;
D-Digno Professor, Advogado Dr. Leonardo Costa
A-Andrade Mendes, Mestre em Ciência Jurídica,
D-Doutorando em Direito Ambiental Internacional
E-E Mestre pela Universidade de Alicante,Espanha.
-
L-Liderança positiva no Ensino Fundamental, Médio,
U-Universitário discente ou docente Profissional;
S-Sério Fisioterapeuta pela UNICLAR/São Paulo;
O-Ostenta diplomas da PUC/MG,RJ,Sta.Catarina.
--
B-Benemérito com sua vasta experiência local.
R-Realizações significativas em vários Hospitais,
A-Aqui em Belo Horizonte e também São Paulo.
S-Sócio, filho do ex-Presidente Dr.Antônio Mendes
I-Indicado e aprovado, atual Vice-Presidente e de
L-Leonice Andrade, da atual Diretoria Assistencial.
E-Em nome do Clube Brasileiro da Língua Portuguesa,
I-Integrado à disposição parceira sociocultural,
R-Renovamos nossos laços de amizade e com certeza,
A-À união lusíada, brindemos em Língua Portuguesa:
COM NOSSOS APLAUSOS: PARABÉNS A TODOS!
Belo Horizonte, 7 de fevereiro de 2009.
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/silviaraujomotta
http://clubedalinguaport.blogspot.com/
http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=1481

CCLB

CONVITE PARA REUNIÃO MENSAL DA ARCÁDIA DE MINAS GERAIS-4 DE FEVEREIRO-2009

ARCÁDIA DE MINAS GERAIS
Fundada em 11 de março de 1992
Rua da Bahia, 1148/811 - Edifício Maletta
30160-011 - Belo Horizonte, MG


A Arcádia de Minas Gerais tem o prazer de convidá-lo para a sua reunião de 4 de fevereiro próximo, 4ª feira, às 16 horas, em sua sede social.
O Árcade Presidente Marco Aurélio Baggio apresentará e comentará o livro “Do Sublime” de Longinus.
O Árcade Paulo Geraldo Corrêa lançará o seu livro “Confissões de Amor no Direito”.
A Arcádia sentir-se-á honrada com a sua presença.
Paulo Geraldo Corrêa Marco Aurélio Baggio
Secretário Geral Presidente

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

NATAL EM PARIS EM 25 ACRÓSTICOS-HISTÓRICOS

NATAL EM PARIS 2008

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NATAL DO MENINO DEUS E REI

Soneto clássico decassílabo-sáfico-heróico Nº 1658
Por Sílvia Araújo Motta

Pode di(zer)-me en(tão), o (que é) NA(TAL?)
Se conti(nu)a a (fo)me...e (mor)te e(xis)te!
Está dor(min)do a(go)ra, o (gran)de i(deal?)
A vio(lên)cia (cres)ce e a (dor) per(sis)te.

Se vale a (pe)na, (se)gue em (fren)te, in(sis)te!
Revolu(cão) já (fa)zem (con)tra o (mal!)
Quem tem a(mor) e (fé,) lu(ta e) re(sis)te!
Perdão es(pan)ta a (guer)ra (que é) fa(tal.)

Muitas ra(zões,) re(fli)to em (paz,) co(mi)go:
-Se a humani(da)de (for) ca(paz) de a(mar,)
sempre da(rá) ao (po)bre, (paz) e a(bri)go.

Natal é (luz,) bon(da)de e (VI)DA (NO)VA!
Entre as nações cantamos a louvar
ao (Rei) Me(ni)no-(Deus) que a (Luz) re(no)va!
-
Belo Horizonte, 15 de dezembro de 2007.


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NATAL EM PARIS EM 25 ACRÓSTICOS-HISTÓRICOS
Por Sílvia Araújo Motta

NATAL EM PARIS-Parte 01

N-Natal em Paris é um bom presente
A-À quem pode viajar com a família.
T-Tudo tem um colorido bem atraente...
A-Alegria não põe preço à companhia!
L-Lindíssimas lojas, vitrines natalícias!
-
E-É dezembro! Os sonhos são possíveis!
M-Monumentos sempre indescritíveis!
-
P-Paris! O Meteor viaja sem condutor:
A-A partir de Châtelet ao Bercy Village,
R-Referência do novo centro comercial,
I-Indica o período de 1860 a 1960, o maior
S-Serviço mundial de venda de vinho.
-
2099- NATAL EM PARIS-Parte 02

N-Nasceu Paris! Há seis mil anos,
A-A ocupação humana foi registrada:
T-Transformou a natureza existente...
A-Agora, por seis milhões, visitada,
L-Leva por ano, turistas sorridentes!
-
E-É Natal! Sinos tocam novamente!
M-Muitos presentes tocam: Noite Feliz!
-
P-Para o cinema Multiplex
A-As pessoas chegam a aplaudir
R-Recebidas em vinte Salas amplas,
I-Indicadas para 4500 cadeiras,
S-Selecionadas para o sucesso gerir.
-
2100 - NATAL EM PARIS-Parte 03

N-No Hotel Trocadero Dockan´s
A-As paredes têm desenhos dos imortais,
T-Todos originais de Matisse e Picasso!
A-A caixa do elevador é obra de arte que
L-Louis Vuilton fez de uma grande mala.
-
E-É Paris, um presente natalino,
M-Maior que se pode oferecer!
-
P-Privilegiados estrangeiros fazem
A-A degustação de três Champagnes:
R-Rosé, seco, doce e não traduzem
I-Indiscutível paladar apurado.
S-Sensação de leveza que sentem.
-
2101 - NATAL EM PARIS-Parte 04

N-No pequeno almoço do Hotel
A-Ainda no Trocadeo Dockan´s
T-Toma-se o refrescante néctar,
A-Alimentos com mel, dos “deuses”
L-Lindas tortas formando troncos.
-
E-E janta-se no Le Jardin d´Hiver do
M-Meurice. No átrio, toca-se jazz.
-
P-Para a construção do topo:
A-A vista alcança a imaginação,
R-Relembram a opulência
I-Imperial do passado francês;
S-Suítes apresentam a excelência.
-
2102 - NATAL EM PARIS-Parte 05

N-Natal em Paris! Inesquecível!
A-As mesas do jantar exibem
T-Tantos peixes, de sabor incrível,
A-Apanhados nos mares da Bretanha...
L-Lindos americanos, comentam ao lado!
-
E-E a culinária é extraordinária,
M-Mostram aulas na Tocque d´Or.
-
P-Paris é o supra-sumo em lojas!
A-As imortais Galeries Lafayette
R-Representam a Arte Nova de 1843;
I-Indicam na Mostra Baccarat
S-Sinalizadas encenações de manequins!
-
2103 - NATAL EM PARIS-Parte 06

N-Natal em Paris! Tudo é perfeito!
A-Árvores coloridas em todo lugar:
T-Turista tem o direito de comprar
A-As mais lindas, da Rua de Rivoli,
L-Licenciadas... preço faz desmaiar...
-
E-Exorbitantes preços! Só um vinho do
M-Menu gastronômico orça em 130 Euros.
-
P-Paris mede o gelo de 3º C...
A-As ruas cheias de estrangeiros
R-Risonhos no Mercado de Breteuil...
I-Impossível conhecer tantos legumes...
S-São bem diferentes do Brasil.
-

2104 - NATAL EM PARIS-Parte 07

N-Natal das Galerias Francesas
A-A exibirem candeeiros
T-Todos feitos de cristal...
A-Atraem do mundo inteiro
L-Lojistas,ao guru Bruno Quenioux.
-
E-Em 2008, o ambiente de Natal
M-Marca o cenário do sonho ideal.
-
P-Parisienses dizem: “Não se bebe bem
A-A não ser com os corações:”
R-Recomendações de Saint Exupery.
I-Incontáveis são as emoções
S-Saboreadas com amor e vinho.
-
2105 - NATAL EM PARIS-Parte 08

N-Natal traz para aplaudir
A-A árvore de 30m de altura...
T-Traz cem mil pessoas por dia,
A-A admirá-la, a cantar e a sorrir,
L-Luminosa temporada natalina!
-
E-E no centro Georges Pompidou
M-Maravilhoso Printemps designer.

P-Primeiro Printemps iluminado
A-A partir de 1883, com eletricidade,
R-Recebeu o censor em 1884,
I-Indescritíveis 3185 vidrinhos:
S-Sua cúpula tem no vitral.
-
2106 - NATAL EM PARIS-Parte 09

N-No Shopping Plus marca
A-A Fundação por Irene Adamian:
T-Traz a moderna moda jovem
A-Assinada pela designer Martine:
L-Loja Antoine e Lili, na kitsch.
-
E-E L´Éclaireur, boutique arqui-secreta,
M-Mr. Hadida expõe de forma discreta:
-
P-Peças de vestuário colorido entre
A-Animais raros empalhados...
R-Referência da loja no Palais Royal
I-Irradiando paz, aposta no branco,
S-Sensacionalmente recomendados.
-
2107 - NATAL EM PARIS-Parte 10

N-Nos monumentos vale observar
A-Arquitetura de valor universal:
T-Torres, cúpulas, totalmente diferentes
A-Apontam esferas transparentes,
L-Laqueadas, prateadas, atraentes.
-
E-Em Paris, tudo é novidade!
M-Muitas luzes resplandescentes!
-
P-Place Vendôme é maravilhoso, real,
A-A coluna feita com metal dos canhões,
R-Recomendações de Napoleão trazem marca
I-Inesquecível dos exércitos derrotados,
S-Símbolo derretido do local: Austerlitz.
-
2108 - NATAL EM PARIS-Parte 11

N-Natal traz cartões de Paris:
A-A Torre Eiffel tem cintilação
T-Todo ano, à hora pontual.
A-Agora, pode-se fazer patinação,
L-Logo no 1º andar, sobre o gelo.
-
E-E na Igreja de Saint-Sulpice
M-Mais de 80 mil visitantes no verão!
-
P-Para a Literatura, obras de ficção.
A-Apresentam alertas que enlouquecem:
R-Revelçaões do “Código da Vinci”
I-Inverdades ou verdades que merecem
S-Serem visitadas por três horas...
-
2109 - NATAL EM PARIS-Parte 12

N-Natal tem brilho em tudo!
A-As lâmpadas ecológicas
T-Tornam a Av. Champs Elisées,
A-A mais bonita do mundo,
L-Luzes traduzem charme especial!
E-Em queda de 70 % no consumo
M-Mostra a estatística da Prefeitura.
-
P-Paris, neste dezembro de 2008, tem
A-Acesas um milhão de lâmpadas
R-Registradas em 415 árvores,
I-Indicadas nos 2,4 KM que ligam
S-Sua Pça. da Concórdia ao Arco do Triunfo.
-
2110 - NATAL EM PARIS-Parte 13

N-Natal da Cidade de Luz
A-Alcança efeito parecido
T-Totalmente com estrelas cadentes
A-A esbanjar brilho e luxo,
L-Ligadas até o mês de janeiro.
-
E-Em Paris, o Natal é feito de luzes,
M-Mas é feito de compras, também.
-
P-Paris apresenta enormes filas,
A-As joalherias trazem aglomeração,
R-Ricos relógios, anéis, colares,
I-Insubstituíveis por bijouterias,
S-Suas pedras e ouro, verdadeiros.
-
2111 - NATAL EM PARIS-Parte 14

N-Natal em Paris traz guloseimas,
A-As castanhas, damascos secos,
T-Tâmras, nozes são boas e caras...
A-As tortas chegam aos cem Euros...
L-Lindas, expostas nas confeitarias.
-
E-Em Paris tem também vinho quente,
M-Maçã do amor, crepes e churros.
-
P-Paris mostra as estações de trem,
A-Aeroportos lotados de malas de rodinha,
R-Rodopiando sempre no vai-e-vem
I-Inexperiente passageira velhinha,
S-Sua bagagem mal consegue empurrar...
-
2112 - NATAL EM PARIS-Parte 15

N-Natal em Paris tem solidariedade,
A-associações carentes podem vender,
T-Trabalhos especiais, artesanatos,
A-As Instituições de Caridade,
L-Louvam e agradecem donativos.
-
E-Em Paris Grupos se organizam
M-Melhor para as Festas, em asilos.
-
P-Passam horas com velhinhos,
A-Animando-os ao Natal,
R-Recordando e dando carinhos,
I-Importantes momentos doados...
S-São para abandonados pelas famílias.
-
2113 - NATAL EM PARIS-Parte 16

N-Na compra do “Passe para Museus”
A-A entrada é liberada para os 60, em Paris,
T-Também em regiões parisienses,
A-Até 2 dias:30 €uros,4 dias:45€uros,
L-Liberação para 6 dias: 60 €uros.
-
E-Está instalado no Palácio do Louvre,
M-Musée du Louvre, em Paris.
-
P-Pode-se afirmar que em 2007,
A-Avaliado:o mais visitado no mundo:
R-Registrou 8,3 milhões de visitantes,
I-Instalado entre o Rio Sena e
S-Sua famosa Rue de Rivoli.
-
2114 - NATAL EM PARIS-Parte 17

N-Natal em Paris exige ler para escolher
A-As importantes opções de lazer,
T-Tem o Guia de 7290 pág.(R$92,00)
A-A demonstrar cultura e tradição:
L-Lições imortais para o visitante.
-
E-É preciso planejar cada roteiro,
M-Minuciosamente escolhido.
-
P-Paris é sonho de muitas gerações...
A-A partir das Antiguidades gregas, etruscas,
R-Romanas aos pintores, compositores...
I-Inúmeros escultores, obras de arte,
S-São célebres as maiores exposições.
-
2115 - NATAL EM PARIS-Parte 18

N-No Castelo Louvre construído em 1190,
A-A pedido do rei Philippe II Augusto, desde
T-Tempos medievais, era uma fortaleza a oeste,
A-Ao proteger Paris dos ataques dos Vikings.
L-Logo Francisco I expôs a beleza renascentista.
-
E-Em lugar da Torre das Prisões, alterações...
M-Mais de 400 anos de Reis, novas ampliações.
-
P-Para apreciar o acervo completo do Louvre,
A-Aproximadamente, exigiria dias, meses...
R-Raros oito mil Objetos de Arte lá estão,
I-Idades e Regiões diferentes do mundo:
S-São jóias, coroas, móveis, relógios, tapetes...
-
2116 - NATAL EM PARIS-Parte 19

N-No acervo do Louvre existe tradição,
A-A pintura Européia de 1200 a 1848:
T-Traços da flamenca, holandesa, alemã e inglesa.
A-As coleções retratam “A Virgen de Autun” (1435);
L-Lindíssimo “Barco dos Loucos” (Sátira de 1500);
-
E-Em famoso Auto-Retrato de “Rembrant” (1648);
M-“Mona Lisa” de Leonardo da Vinci.(1452-1519):
-
P-Pesquisas recentes informam esta possibilidade,
A-A modelo de “da Vinci” pode ser Lisa Gherardini,
R-Realmente casada com Francesco Giocondo..
I-Impossível deixar de visitar a “Vitória de
S-Samotrácia” (200 a.C)(Naval-grega , em Rodes.)
-
2117 - NATAL EM PARIS-Parte 20

N-No ano de 1935, só a coleção doada,
A-Ao Louvre pelo Barão Rothschild.(1845-1934)
T-Tem 40.000 gravuras, 3000 desenhos...
A-A biblioteca deste Salão disponibiliza
L-Livros raros ilustrados: quinhentos.
-
E-Entre os trabalhos notáveis destacam-se:
M-“Madona das Rochas”, “Dama de Auxerre”;
-
P-Pode-se afirmar que a Coleção exposta de
A-Arte Egípcia é a mais significativa do mundo.
R-Restruturado, o Grand Louvre, em 1989,
I-Indicada pelo Presidente François Miterrand
S-Sensacional Pirâmide foi posta à frente do Museu.
-
2118 - NATAL EM PARIS-Parte 21

N-No passeio obrigatório ao Louvre,
A-À entrada, feita pelo chinês I.M. Pei,
T-Tem a pirâmide, 21metros de altura!
A-Aproximadamente, 200 toneladas de vidro,
L-Ligados às vigas que só um robô limpa.
-
E-Em três direções: Sully, Richielieu ou Denon,
M-Mais quatro níveis: subterrâneo até o 3º andar,
-
P-Pode-se seguir as sessões preferidas.
A-A visita virtual é mostrada em três idiomas
R-Referências: francês, inglês ou espanhol.
I-Indica fotografias de algumas obras.
S-Simplesmente fantástica é esta viagem.
-
2119 - NATAL EM PARIS-Parte 22

N-Nenhuma Torre se iguala à de Paris:
A-À “Eiffel” construída no Campo de Marte...
T-Tornou-se um ícone mundial, da França.
A-A inauguração em 31 de março de 1889,
L-Legado do Centenário da Revolução Francesa.
-
E-E “Gustave Eiffel venceu o concurso de
M-Mais de 100 Projetos Arquitetônicos.
-
P-Projetada com 317metros de altura...
A-As 7300 toneladas, hoje chegam a 10.000,
R-Restaurantes, museus e lojas, ela abriga.
I-Inesquecível passeio que é obrigatório:
S-São 6,9 milhões de visitantes, anualmente.
-
2120 - NATAL EM PARIS-Parte 23

N-No ano de 2009 já está prevista
A-A comemoração dos 120 anos da
T-Torre de Eiffel. Terá no último andar,
A-Área acessível, ao público, passará
L-Logo, de 280 a 500 metros quadrados.
-
E-Em Paris, visitar a Eiffel é obrigação,
M-Mas ler, seus 72 engenheiros exige tempo.
-
P-Parece inaceitável a idéia de que
A-A Torre quase foi demolida em 1889,
R-Revelações históricas confirmam,
I-Importante missão que desempenhava:
S-Seu valor estava na transmissão de Rádio.
-
2121 - NATAL EM PARIS-Parte 24

N-NO passeio aos Museus, o Turista
A-Ao comprar o “Paris Museum Pass”
T-Tem o passe livre para visitar
A-As Igrejas, Museus, Palácios e outros
L-Lugares turísticos, exceto a Torre Eiffel.
-
E-Ele só vale para o período comprado:
M-Marcado apenas para 2, 4 ou 6 dias.
-
P-Passe pode ser comprado nos locais
A-Associados. Ex: No Arco do Triunfo.
R-Recomendado pela grande facilidade,
I-Indica até um pouco de economia,
S-Seu valor por seis dias vale 60 €uros.
-
2122 - NATAL EM PARIS-Parte 25

N-Natal em Paris é para poucos brasileiros...
A-As oportunidades devem ser aproveitadas...
T-Ter prestações a sumir de vista, não vale!
A-Ao planejar sua viagem, ponha na balança!
L-Lugares existem, para serem conhecidos!
-
E-Enfim, ser feliz é viver sem preocupações!
M-Mais que dívidas é importante a saúde e paz!
-
P-Para os que podem viajar, aproveitem bem!
A-Aos que não podem, comprem livros e DVDs,
R-Revistas, troquem experiências internautas,
I-Ironizem a realidade, invistam no presente,
S-Seu futuro poderá trazer a oportunidade!
.......................Fique de olho!....................
-
Dezembro de 2008.

---***---

HARPA DE NATAL INTERIOR

Acróstico natalino Nº 2076
Por Sílvia Araújo Motta

H-Hoje acordou com saudade!
A-Amou “sozinha” no passado...
R-Retribuição completa e de verdade
P-Posso afirmar que Silvinha não viu,
A-Adormeceu, mas acordou a realidade.
-
D-Depois, puxou a linha que tinha
E-E se renovou na maturidade...
-
N-No Natal compôs uma melodia
A-Apropriada à Vida Nova:
T-Tocada na harpa, com alegria...
A-A partitura, hoje, comprova,
L-Lindas notas, da harmonia.
-
I-Inúmeros felizes sustenidos,
N-Novamente, no lar, surgiram!
T-Tantos desafinos vividos
E-Enfim, agora, sumiram...
R-Renovada a Esperança...
I-Inaugurado o novo PLANO
O-O tempo trará nova lembrança:
R-Responderá pelo ano novo!
-
Belo Horizonte, 14 de dezembro de 2008.

---***---
NATAL UNIVERSAL
Soneto clássico-decassílabo-sáfico-heróico Nº 1651,
Por Sílvia Araújo Motta.

A manjedoura a todos quer mostrar
Menino-Deus de luz, de paz, verdade,
que na humildade, o grande pode amar
e que a união é fruto da vontade.

A jovem mãe Maria sabe orar!
Presépio é força, exemplo, fé, bondade...
José, Pastores, Anjo-glória a dar,
na tradição, família sem vaidade.

Contos reais, cartões, canções modestas,
a estrela guia o homem para o amor...
Os sinos tocam trazem sonhos, festas.

As coisas simples têm saber profundo!
Nasceu sem plumas, Filho-Redentor,
o maior Homem, Rei que salva o mundo.
-
Belo Horizonte, 9 de dezembro de 2007.

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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

2054-VII CANTATA E SERENATA NATALINA EM DIAMANTINA-MINAS GERAIS-BRASIL-29 DE NOVEMBRO DE 2008-Mensagem.

2054-VII CANTATA E SERENATA NATALINA EM DIAMANTINA-MINAS GERAIS-BRASIL-29 DE NOVEMBRO DE 2008-Mensagem.

APRESENTAÇÃO:
*Coral Colônia Diamantina
*Orquestra Sinfônica da PMMG
*Banda de Música do 3º BPM PMMG.
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Natal...

Momento maior para a renovação dos sentimentos de religiosidade, de fé e de amor.
Os sinos das igrejas repicarão o toque festivo, prenunciando a época de Natal.
Diamantina, com seu casario barroco, ficará mais bonita e resplandecente, criando o ambiente propício para comemorar o nascimento de Jesus.
A atmosfera esplendorosa será complementada pela música, parte integrante e constante do espírito de diamantinidade, que, nesta época, se destaca através da Cantata de Natal na Catedral e da Serenata Natalina que percorrerá as ruas, com os participantes entoando lindas e inesquecíveis canções e com o simultâneo acendimento da iluminação especial.

Não perca este momento...

PARTICIPE TAMBÉM.

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PROGRAMAÇÃO GERAL:
Dia: 29-Novembro-2008, às 20:00 horas - CANTATA DE NATAL
Local:Catedral Metropolitana Santo Antônio DIAMANTINA/MG
às 21:30 horas - SERENATA NATALINA após a apresentação na
Catedral, percorrendo as ruas do centro histórico diamantinense.
PRESIDENTE:JAIRO MAIO BORGES
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PROGRAMA DO CONCERTO NATALINO:
Diretora Musical:MARCÍNIA MARIA COSTA NAHUR:

MENSAGEM DOS SINOS:
Erildo Antônio Nascimento de Jesus e sineiros;
1)CANÇÃO DE NATAL – Conceição Reis Costa.(MG-Brasil)
2)AVE MARIA – Johann Sebastian BACH/Charles Gounod(1722)
3)VA PENSIERO (Tema da ópera Nabuco-Itália:1842)
De Giuseppe Verdi. Acto:III.Parte:Terza. (Cena IV)
4)NOITE FELIZ – Franz Xavier Gruber.(1818,Alpes)
5)JESUS, ALEGRIA DOS HOMENS (Cantata 147)
Johann Sebastian BACH; (Alemanha:1716)
6)NATAL BRANCO – Irving Berlin – V.Marino Pinto;(1942)
7)NOITE SANTA – Adolphe Charles Adam.(1803-1856)
8)BACHIANAS BRASILEIRAS Nº 5 – Heitor Villa Lobos;
(Soprano e violoncelos)(1938-1945) .
9)AGNUS DEI – Michael Smith:(Flórida:2001)
10) GLÓRIA IN EXCELSIS DEO-Antônio Lúcio Vivaldi(1723)
Diamantina, 29 de novembro de 2008.
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COLÔNIA DIAMANTINA
Sócios Coralistas:
CANTATA NATALINA/2008:
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(19) SOPRANOS:
1-Aglaê Monteiro Horta
2-Ana Maria Fabrino Favato
3-Elza Maria Coelho Lisboa
4-Ermelinda M. Souto Rocha
5-Geralda Márcia Ferreira Diniz
6-Helena Lopes
7-Igara Maria Tameirão
8-Ivana Nunes
9-Jandira da Conceição Rocha
10-Lica Prado
11-Maria de Lourdes Lopes
12-Marília Azevedo Nascimento
13-Olímpia Bacelar Prado
14-Raquel Maria Jorge Horta
15-Regina Cruz Ramires
16-Rosemary de Almeida Cruz
17-Sílvia Araújo Motta
18-Sílvia Horta
19-Zenite da Silva
----------------------------------------
(13) CONTRALTOS:
1-Albertina Borges
2-Anaceli de Azevedo Alvim
3-Cecília Baracho Pires
4-Marcínia Ma. Costa Nahur
5-Maria de Lourdes Costa Dias Reis
6-Maria Eunice Ribeiro
7-Maria Stela Faria
8-Marta Almeida Bacelar
9-Purpurina Borges Andrade
10-Raquel Ma. Cruz Paradizi
11-Sílvia Regina Eulálio de Souza
12-Terezinha Geralda da Silva Ribeiro
13-Terezinha Maria Lopes Machado
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(13) TENORES:
Ailton Batista
Antônio Fabrino Baião
Arkiman Pires da Silva
Elbert Geraldo Faria
Fausto Miranda
Jairo Maio Borges
José Ângelo Baracho
Milton Pires da Silva
Newton Antônio Lisboa
Paulo Delano Bacelar
Ricardo de Almeida Cruz
Rômulo de Almeida Cruz
Ronaldo Alves Horta
----------------------------------------
10 BAIXOS:
Ademar José Ribeiro
Carlos Alberto Nahur Alves
Carlos Arthur Machado
Jadir Paula Rocha
Jorge José Laboissière
Marcelo Diniz Motta
Reinaldo de Almeida Cruz
Ricardo Antonio Fabrino
Roberval de Almeida Cruz
Wanderson S. Santos
---------------------------------------
INSTRUMENTISTAS do Conjunto
de Câmara da ORQUESTRA SINFÔNICA da Polícia Militar-MG:
Maestro Tenente Músico:
Antonio Vicente SOARES
1-Antônio Pedro Teixeira Aniceto
2-Geraldo da Cunha Borges Filho
3-Marcos Antônio Reis
4-Anderson Alex Sandro de Castro
5-Célio Murilo do Nascimento
6-Paulo Sérgio de Moura Linhares
7-Marconi Rodrigues de Oliveira
8-João José Bianche Fernandes
9-Robson Marcos do Vale
10-Alexandre da Cunha Lisboa
11-Anderson Maxwell Soares
12-Leandro Barbosa Cardoso
13-Fabiana Moura Coelho
14-Vanderlei José da Silva Júnior
15-Maria Tereza Vieira Araújo
16-André Taciano Soares Ferreira
17-Edvaldo Rangel Mariano Braz
18-Rafael Alves Lemos Marcenes
19-Denise de Medeiros Dias
20-Orestes Teixeira da Silva Júnior
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APOIO:
*Prefeitura Municipal de Diamantina
*Polícia Militar de Minas Gerais
*CEMIG:A Melhor Energia do Brasil.
PATROCÍNIO:
*CAIXA Econômica Federal.Para você. Para todos os brasileiros.
*BRASIL:Um país de Todos:Governo Federal.
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Divulgação Virtual/Colaboração:
Clube Brasileiro da Língua Portuguesa.
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